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Governo recua em exigência e Câmara aprova renegociação com estados

Após o governo recuar e abdicar da exigência de que os estados não poderiam conceder reajustes salariais aos seus servidores por dois anos, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quarta-feira (10), por 282 votos a favor e 140 contra, com duas abstenções, o texto principal do projeto de lei sobre a renegociação das dívidas estaduais.

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Deputado pede ao comandante da PM punição para policiais que prenderam seu primo armado com revólver em um bar

Zé Aílton Brasil é o presidente da Comissão dos Direitos Humanos da AL
 

Um documento emitido pela Assembleia Legislativa do Ceará e encaminhado ao comandante-geral da Polícia Militar, coronel PM Geovani Pinheiro, “vazou” de dentro de seu gabinete e agora causa protestos da tropa nas redes sociais. Trata-se do requerimento de um deputado estadual que pede ao comandante punição para policiais militares que prenderam, em flagrante, um primo do político.

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Eunício Oliveira está na lista dos “Cabeças do Congresso”

eunício oliveira

O líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira, está na lista dos parlamentares mais influentes do Congresso, de acordo com levantamento feito pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Esta é a nona vez. A cada ano, a organização faz esse estudo intitulado “Cabeças do Congresso”.

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Lewandowski corta microfone de senadora petista

BRASÍLIA - Incomodado com as manobras do PT e do PCdoB para fazê-lo analisar as questões de ordem que pedem a suspensão da tramitação do processo do impeachment, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, cortou o microfone da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). A senadora insistia para que Lewandowski, que preside a partir desta terça-feira o julgamento do processo que pede o afastamento definitivo de Dilma Rousseff da Presidência da República, atendesse a cada pedido.

 

Foi então que o ministro cortou o microfone da petista e afirmou: — Tenho que pedir escusas por ser tão rigoroso com o tempo. Gleisi continuou falando, ao que Lewandowski informou: — Muito bem, mas a senhora está sem áudio. Depois, o presidente do STF acolheu parcialmente o pedido da petista, que reclamava que o voto em separado do PT, contra o impeachment, apresentado na semana passada durante votação do parecer na comissão especial, não foi disponibilizado. Lewandowski pediu que o documento dos dilmistas seja então disponibilizado em um prazo de 48 horas. O GLOBO




Planalto aposta em até 60 votos nesta terça para tornar Dilma ré

A equipe do presidente interino, Michel Temer (PMDB), trabalha para obter até 60 votos favoráveis à continuidade do processo de impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff (PT), na votação prévia do julgamento, chamada pronúncia do réu, que começa nesta terça-feira (9).

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O impeachment a um passo - O ESTADO DE SP

É o penúltimo passo. O Senado Federal deverá aprovar hoje, por ampla maioria, o prosseguimento do processo de impeachment de Dilma Rousseff – tecnicamente, a pronúncia –, o que abrirá a fase do julgamento propriamente dito, ao final da qual, até o fim do mês, os senadores decidirão se o mandato da presidente afastada será definitivamente cassado ou se ela retornará ao Palácio do Planalto.

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Continuidade do processo de impeachment tem maioria no Senado

BRASÍLIA — A próxima etapa do processo de impeachment, uma votação marcada para amanhã no plenário do Senado, deve representar nova derrota para a presidente Dilma Rousseff, abrindo ainda mais o caminho para seu afastamento definitivo. Em enquete realizada pelo GLOBO, ao menos 44 dos 81 senadores declararam voto favorável ao parecer da comissão especial, que recomenda o impeachment. É a chamada fase da pronúncia, em que se define se o processo deve prosseguir ou ser arquivado. A expectativa é que esses senadores repitam o voto no julgamento final em plenário, previsto para o fim do mês, quando será conhecido o desfecho do segundo governo Dilma

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Planalto contabiliza 63 votos pró-impeachment

Superada a fase da Comissão do Impeachment, que aprovou por 14 votos a 5 o relatório favorável à deposição de Dilma Rousseff, a batalha se transfere para o plenário do Senado. Ali, pela contabilidade do Palácio do Planalto, o afastamento definitivo de Dilma será referendado por pelo menos 63 senadores dos 81 senadores. Por esse prognóstico, Michel Temer viraria presidente efetivo com uma folga de nove votos além dos 54 necessários à proclamação do veredicto. Os nomes dos senadores que o Planalto contabiliza como favoráveis ao impeachment constam de uma planilha manuseada pelo minsitro Eliseu Padilha (Casa Civil), considerado um especialista nesse tipo de levantamento. Em 12 de maio, o afastamento temporário de Dilma da poltrona de presidente foi aprovado por 55 votos a 22. Ou seja, se Padilha estiver certo, além de não ganhar novos aliados, a hóspede do Palácio da Alvorada convenceu mais oito senadores de que o melhor para o Brasil é que ela retorne para casa mais cedo. JOSIAS DE SOUZA

Senado decide na terça se Dilma Rousseff vai a julgamento

O Plenário decide na terça-feira (9), a partir das 9h, se a presidente afastada Dilma Rousseff vai a julgamento por crimes de responsabilidade. A votação encerra a fase de pronúncia, segunda etapa do processo de impeachment. Caso a maioria simples dos senadores aceite o parecer da Comissão Especial do Impeachment, Dilma será julgada e pode perder definitivamente o mandato.

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Lewandowski vai permitir seis testemunhas para defesa e acusação

Presidente do STF, Ricardo Lewandowski - Nelson Jr. / STF

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