Tasso defende uma política nacional de reajuste para o servidor público

O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) defende uma política nacional de reajuste do salário do funcionalismo público. O senador cearense criticou o fato de o Congresso Nacional se submeter à pressão de categorias por aumentos em um momento que crise fiscal. Segundo o tucano, aumentos diferenciados acima da inflação não cabem no orçamento do governo.
Acusação quer mudar pergunta do impeachment aos senadores
BRASÍLIA - A acusação da presidente afastada Dilma Rousseff apresentou nesta quinta-feira pedido para que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do processo de impeachment, ministro Ricardo Lewandowski, mude o texto da pergunta que será feita aos 81 senadores na hora da votação do impeachment da petista.
Fernando Hugo questiona decisão do STF que contraria Lei da Ficha Limpa
Dep. Fernando Hugo (PP)Foto: Máximo Moura
Manoel Duca pede reforço policial para o município de Marco
AL decreta luto oficial pelo falecimento do deputado Professor Teodoro
Receitas da União – Eunício pede queda de sessão e frustra articulação da oposição

O plenário do Senado encerrou essa quarta-feira (17) sem conseguir votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Desvinculação das Receitas da União (DRU). Embora os senadores já tivessem encaminhando a votação da PEC, o líder do PMDB, senador Eunício Oliveira (CE), pediu o encerramento da sessão à noite por falta de quórum. A PEC prorroga até 2023 a permissão para que o governo utilize livremente parte da sua arrecadação. “Nós temos um quórum de apenas 45 senadores, essa é uma matéria que é PEC, por isso peço que o senhor encerre a sessão”, pediu Eunício ao presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), que encerrou a sessão sob protestos de senadores de oposição que gostariam de ver a votação encerrada e a proposta considerada rejeitada por falta de votos. Com o adiamento, a previsão é que os senadores façam um acordo de quebra de interstícios para votar a PEC em dois turnos até a próxima quarta-feira (24). Isso porque a partir do dia 25 começará o julgamento do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, que pode durar até uma semana, e depois os senadores devem se dedicar às eleições municipais. Com (Agência Brasil)
Conheça pergunta que os senadores responderão no julgamento de Dilma
A pergunta que deve levar à deposição de Dilma Rousseff consta do item 26 doroteiro do julgamento do processo de impeachment (veja reprodução abaixo). O texto realça que a resposta dos senadores, além de confirmar a perda do cargo de presidente, inabilitará Dilma para o exercício de funções públicas por oito anos.
Estudo do Diap elege Eunício Oliveira como um dos 'Cabeças do Congresso' pela 9ª vez

O senador Eunício Oliveira (PMDB) figura, pela 9ª vez, entre os 38 senadores mais influentes do Congresso Nacional, segundo estudo do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) intitulado "Cabeças do Congresso". O parlamentar cearense é líder do PMDB na Casa.
Em áudio, presidente da Câmara do DF admite dar cargos a analfabetos e diz que governador usa maconha
BRASÍLIA — Nas gravações que a deputada distrital Liliane Roriz (PTB-DF) entregou ao Ministério Público do Distrito Federal, a presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão (PPS), faz declarações no mínimo constrangedoras. Ela admite colocar em cargos de confiança analfabetos, diz que distribui emprego para quem votou nela e ainda vincula o governador do DF Rodrigo Rollemberg ao consumo de maconha.
Lewandowski veta réplica na inqurição de Dilma
O rito do julgamento final do impeachment, que se iniciará em 25 de agosto, contém regras que favorecem Dilma Rousseff, a ré. Ela comparecerá no dia 29 de agosto. Deveria apenas responder às perguntas de seus juízes, os senadores. Mas terá direito a discursar por 30 minutos, prorrogáveis. Sem apartes. Durante o interrogatório, os inquisidores terão cinco minutos para formular suas perguntas. Dilma responderá sem limite de tempo. E os senadores não terão direito a réplica. As regras foram sugeridas pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski, que comandará o julgamento, como determina a Constituição.




