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Tasso defende uma política nacional de reajuste para o servidor público

foto tasso jeressati senador

O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) defende uma política nacional de reajuste do salário do funcionalismo público. O senador cearense criticou o fato de o Congresso Nacional se submeter à pressão de categorias por aumentos em um momento que crise fiscal. Segundo o tucano, aumentos diferenciados acima da inflação não cabem no orçamento do governo.

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Acusação quer mudar pergunta do impeachment aos senadores

BRASÍLIA - A acusação da presidente afastada Dilma Rousseff apresentou nesta quinta-feira pedido para que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do processo de impeachment, ministro Ricardo Lewandowski, mude o texto da pergunta que será feita aos 81 senadores na hora da votação do impeachment da petista.

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Fernando Hugo questiona decisão do STF que contraria Lei da Ficha Limpa

Dep. Fernando Hugo (PP)Dep. Fernando Hugo (PP)Foto: Máximo Moura

 
O deputado Fernando Hugo (PP) criticou, na sessão plenária de quinta-feira (11/08), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que, na quarta-feira (10/08), determinou que os Tribunais de Contas não terão mais competência para julgar as contas de gestão dos prefeitos, atribuindo às câmaras municipais esse papel.

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AL decreta luto oficial pelo falecimento do deputado Professor Teodoro

AL decreta luto oficial pelo falecimento do deputado Professor Teodoro

 
A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Ceará decretou, nesta quinta-feira (18/08), luto oficial de três dias pelo falecimento do deputado estadual Professor Teodoro (PSD), que ocorreu na manhã de hoje. Com a decisão, as atividades legislativas no Plenário, comissões técnicas e eventos artísticos e culturais ficam suspensos neste período.

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Receitas da União – Eunício pede queda de sessão e frustra articulação da oposição

foto eunício senador

O plenário do Senado encerrou essa quarta-feira (17) sem conseguir votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Desvinculação das Receitas da União (DRU). Embora os senadores já tivessem encaminhando a votação da PEC, o líder do PMDB, senador Eunício Oliveira (CE), pediu o encerramento da sessão à noite por falta de quórum. A PEC prorroga até 2023 a permissão para que o governo utilize livremente parte da sua arrecadação. “Nós temos um quórum de apenas 45 senadores, essa é uma matéria que é PEC, por isso peço que o senhor encerre a sessão”, pediu Eunício ao presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), que encerrou a sessão sob protestos de senadores de oposição que gostariam de ver a votação encerrada e a proposta considerada rejeitada por falta de votos. Com o adiamento, a previsão é que os senadores façam um acordo de quebra de interstícios para votar a PEC em dois turnos até a próxima quarta-feira (24). Isso porque a partir do dia 25 começará o julgamento do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, que pode durar até uma semana, e depois os senadores devem se dedicar às eleições municipais. Com (Agência Brasil)

Conheça pergunta que os senadores responderão no julgamento de Dilma

A pergunta que deve levar à deposição de Dilma Rousseff consta do item 26 doroteiro do julgamento do processo de impeachment (veja reprodução abaixo). O texto realça que a resposta dos senadores, além de confirmar a perda do cargo de presidente, inabilitará Dilma para o exercício de funções públicas por oito anos.

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Em áudio, presidente da Câmara do DF admite dar cargos a analfabetos e diz que governador usa maconha

BRASÍLIA — Nas gravações que a deputada distrital Liliane Roriz (PTB-DF) entregou ao Ministério Público do Distrito Federal, a presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão (PPS), faz declarações no mínimo constrangedoras. Ela admite colocar em cargos de confiança analfabetos, diz que distribui emprego para quem votou nela e ainda vincula o governador do DF Rodrigo Rollemberg ao consumo de maconha.

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Lewandowski veta réplica na inqurição de Dilma

O rito do julgamento final do impeachment, que se iniciará em 25 de agosto, contém regras que favorecem Dilma Rousseff, a ré. Ela comparecerá no dia 29 de agosto. Deveria apenas responder às perguntas de seus juízes, os senadores. Mas terá direito a discursar por 30 minutos, prorrogáveis. Sem apartes. Durante o interrogatório, os inquisidores terão cinco minutos para formular suas perguntas. Dilma responderá sem limite de tempo. E os senadores não terão direito a réplica. As regras foram sugeridas pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski, que comandará o julgamento, como determina a Constituição.

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