Quaest: Moro lidera no PR com 37%, seguido por Requião Filho (21%) e Sandro Alex (15%)
Catarina Scortecci / FOLHA DE SP
Pesquisa divulgada pela Quaest nesta segunda-feira (24) mostra o senador Sergio Moro (PL) em primeiro lugar entre os concorrentes ao Governo do Paraná.
O ex-juiz tem 37% das intenções de voto, mantendo a liderança que já havia sido registrada pelo instituto nos levantamentos divulgados em 27 de abril e em 27 de julho.
Em seguida aparece o deputado estadual Requião Filho (PDT), que disputa com o apoio do PT. Ele tem 21% das intenções de voto. Logo atrás, com 15%, está o deputado federal Sandro Alex (PSD), que é o nome defendido pelo atual governador, Ratinho Junior (PSD).
A diferença entre Requião Filho e Sandro Alex está no limite máximo da margem de erro (que é 3 pontos percentuais para mais ou para menos), quando um empate é considerado improvável.
É a primeira pesquisa da Quaest realizada após a desistência do prefeito de Curitiba Rafael Greca (MDB) em concorrer como cabeça de chapa. Em 31 de julho, Greca anunciou que caminharia nas eleições ao lado de Sandro Alex, como candidato a vice-governador.
A disputa ao Palácio Iguaçu tem outros cinco candidatos. Na pesquisa, a produtora cultural Tayná Miessa (Unidade Popular) e o advogado Luiz França (Missão) têm 1% cada um.
O advogado Alexandre Salomão (Mobiliza), o mecânico Adriano Funileiro (PCO) e o Professor Samuel Mattos (PSTU) não pontuaram na pesquisa.
Além disso, 18% dos entrevistados estão indecisos e 7% responderam que votariam em branco ou nulo ou não votariam caso a eleição fosse hoje.
Para a corrida ao Senado, o deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos), atual presidente da Assembleia Legislativa, aparece na frente, com 15% das intenções de voto.
Em seguida, estão Gleisi Hoffmann (PT), 11%; Filipe Barros (PL), 9%; Deltan Dallagnol (Novo), 9%; Cristina Graeml (PSD), 8%; Dr Rosinha (PT), 6%; e Karen Guerreiro (Missão), 1%.
Os candidatos Marcelo Marceino (PCO) e Joaquim do MLB (UP) não pontuaram na pesquisa. Indecisos representam 28%. Brancos, nulos e aqueles que não pretendem votar somam 13%.
A pesquisa Quaest também perguntou aos eleitores sobre o atual mandatário e 79% disseram que aprovam o governo Ratinho Junior, 14% desaprovam e 7% não souberam ou não responderam.
Sobre a percepção que os entrevistados têm sobre a gestão de Ratinho Junior, o levantamento mostra que 68% avaliam como positiva, 23% como regular e 6% como negativa. Outros 3% não sabem ou não responderam.
A Quaest ouviu 804 eleitores de 20 a 23 de agosto. A pesquisa foi contratada pela RPC, afiliada da TV Globo, e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número PR-05388/2026. O nível de confiança das estimativas é de 95%.
Problemas de Cuba vão além do embargo
A entrevista concedida com exclusividade à Folha por Miguel Díaz-Canel, líder da ditadura socialista cubana, é reveladora da situação na ilha caribenha, cuja população sofre os efeitos de uma política econômica anacrônica, agravados pela intensificação do embargo comercial dos Estados Unidos.
Díaz-Canel explica a pobreza e a decadência da atividade no país, sem negá-las, somente a partir das sanções americanas.
O embargo merece ser criticado por ser uma medida de força incompatível com a diplomacia pragmática, além de funcionar como desculpa perene do regime para debilidades da gestão pública e infrações de direitos políticos. Mas ele está longe de ser a única causa dos problemas.
No início, as restrições eram basicamente americanas. A partir de 1990, novas regras passaram a incluir operações envolvendo outras nações e Cuba. Mas isso nunca significou isolamento total. Diversos países mantiveram comércio e outras relações econômicas com a ilha.
A queda da URSS nos anos 1990 fez colapsar a economia cubana, altamente dependente de subsídios dos soviéticos —evidenciando o caráter insustentável do modelo econômico socialista.
Mais recentemente, Donald Trump entrou na equação. Em 2025, invadiu a Venezuela, o maior exportador de petróleo para Cuba, interrompendo o fornecimento e agravando uma profunda crise energética. Neste ano, ampliou o alcance do embargo.
Segundo Díaz-Canel, o bloqueio dos EUA é o pecado original: "Sem ele, teríamos combustível e não teríamos apagões".
O país, entretanto, convive com apagões e déficit crescente de geração de energia desde 2021. Em 2024, houve cortes cotidianos de até 20 horas, em meio a usinas obsoletas, deterioração da infraestrutura e falta de combustível.
A interrupção brusca de fornecimento por óbvio impacta o cenário, mas instituições econômicas e política doméstica também importam. Uma sanção externa reduz o conjunto de oportunidades de uma economia, mas não determina como os recursos disponíveis serão utilizados.
Na crise dos anos 1990 e, mais recentemente, em 2021, reformas liberalizantes trouxeram algum alívio. Em junho deste ano, foi aprovado um pacote com mudanças radicais para o padrão cubano, como autorização para grandes empresas e bancos privados.
Após décadas de economia estatizada e infrações de direitos, são enormes as incertezas e os desafios causados por um regime que produziu miséria e não tem mais razão de ser.
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Lula e Flávio dão tapa na cara do eleitor
O primeiro debate presidencial da eleição de 2026 ficou marcado antes pelas faltas do que pelas presenças. Com três candidatos no palco, o evento registrou o menor número de participantes em um confronto inaugural desde 1989, quando o país retomou o voto direto para o Executivo federal.
O baixo número de postulantes não é um problema em si. A experiência acumulada ao longo das décadas atesta que a multiplicidade de nomes sem expressão pouco contribui para o propósito do encontro —isso quando não o transforma em um campeonato de bufonaria e vulgaridades.
Ocorre que, desta vez, entre os ausentes estavam os dois líderes das pesquisas de intenção de voto: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que chegou a 39% das preferências na mais recente rodada do Datafolha, e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 33% no mesmo levantamento.
Com a decisão de não comparecer ao evento promovido pelo Grupo Bandeirantes, pelo jornal O Estado de S. Paulo, pela TV Cultura, pela Gazeta e pela Jovem Pan, tanto Lula quanto Flávio deixaram claro que põem as estratégias de campanha acima de rituais básicos em uma democracia.
Debates cumprem uma função importante no contexto eleitoral: estimulam o confronto direto entre as ideias dos principais candidatos a um determinado cargo público. Permitem, dessa forma, que as pessoas analisem as propostas sob a perspectiva privilegiada do contraditório.
Verdade que o resultado nem sempre é satisfatório. Regras rígidas impostas pelas próprias campanhas não raro esterilizam o confronto, permitindo que os postulantes lancem mão de muitas evasivas e prestem poucos esclarecimentos acerca do que pretendem fazer caso sejam eleitos.
Ainda assim, são um momento único no pleito. Palanques, propagandas e vídeos nas redes sociais constituem o domínio do marketing, enquanto entrevistas não se prestam ao cotejamento de diversas candidaturas.
Quando Lula e Flávio dão as costas ao debate —para nada dizer do nanico Romeu Zema (Novo), que também faltou ao evento—, eles estão afirmando que não pretendem discutir o país longe de suas zonas de conforto.
Com a ausência dos três, Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante) não conseguiram empolgar quem assistiu ao encontro. Mais do que isso, desperdiçaram boa parte do tempo com ataques a Lula e Flávio, em vez de aproveitarem para expor suas propostas.
Renan, em particular, pareceu se espelhar no péssimo exemplo de Pablo Marçal (PRTB), que, em 2024, comportou-se como arruaceiro juvenil na disputa pela Prefeitura de São Paulo. Na época, José Luiz Datena, nome do PSDB, interrompeu as ofensas com uma abominável agressão física.
No domingo (23), não houve nada parecido com isso. Mas, quando decidiram faltar ao debate, Lula e Flávio deram um simbólico tapa na cara dos eleitores.
Lobista recebeu 'significativas' quantias em espécie e pagou em dinheiro passagens de Lulinha, diz PF
José Marques / FOLHA DE SP
Investigação da Polícia Federal afirma que a lobista Roberta Luchsinger fazia "significativas movimentações de dinheiro em espécie" e que usou uma parte desses valores para pagar uma agência de turismo que bancou viagem de Fábio Luís Lula da Silva, o filho mais velho do presidente Lula (PT).
Em documento que fundamentou a abertura de um inquérito contra Lulinha, como Fábio Luís é conhecido, a PF destaca que em 25 de junho do ano passado o motorista de Roberta fez "duas coletas em espécie com terceiro desconhecido" nos valores de R$ 100 mil e R$ 200 mil.
Desse total, diz o órgão no texto ao qual a Folha teve acesso, R$ 50 mil foram repassados a uma agência de viagens que havia emitido passagens para Lulinha e Roberta —nesse mesmo dia, o serviço da agência foi usado para pagar passagens no valor de R$ 2.000 para os dois, de Brasília ao aeroporto de Congonhas, em São Paulo.
Em agosto do mesmo ano, Roberta afirmou em um diálogo transcrito pela PF que não iria mais poder gastar com passagens, porque já estava gastando R$ 100 mil por mês em uma casa usada por Lulinha. Essa conversa de agosto foi divulgada inicialmente pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pela Folha.
Procurada, a defesa de Lulinha disse que "setores da PF instrumentalizados por interesses políticos-eleitorais seguem tentando interferir nas eleições de 2026" e diz que não é provado nos autos que esse dinheiro foi usado para pagar as passagens.
"É um verdadeiro quebra-cabeça de ilações fruto da irresponsabilidade daqueles que não têm um verdadeiro projeto ou programa para o país. Isso nos remete ao pior que ocorria durante a época da finada Operação Lava Jato", afirma o advogado de Lulinha, Marco Aurélio de Carvalho.
Também procurada, a defesa de Roberta Luchsinger disse que não iria comentar "conversas que supostamente são retiradas de um relatório que está sob sigilo".
Em representação que trata de investigação sobre Lulinha por suspeita de tráfico de influência, a PF afirma que Roberta usava seu motorista, Ulisses Barbosa Viana Júnior, "para realizar significativas movimentações de dinheiro em espécie".
A polícia destaca o recebimento dos R$ 300 mil em 2025. Na ocasião, Roberta diz a Ulisses: "Quando você pegar o dinheiro me avisa".
Ele responde: "Acabei de pegar tudo, tô levando pra sua residência. Não contei... pq está em pacotes lacrados". "Chegando na residência eu passo o valor total. Uns 20 min", diz o motorista, que, em seguida, afirma que são "100 + 200".
Roberta pede para ele depositar R$ 50 mil na conta da consultoria dela e R$ 50 mil na conta da agência de viagens. Também pede para tirar outros valores e dar a pessoas não identificadas pela PF.
Ulisses responde "ok", depois manda uma foto de um armário e diz: "Restante tá atrás das roupas".
A lobista também manda ao motorista uma captura de tela com o bilhete eletrônico do voo que fará com Lulinha. Ela diz que chegará com ele pela entrada das autoridades às 16h30, e avisa: "cê esteja lá, por favor".
A PF não menciona a qual casa se refere Roberta no diálogo de agosto, mas ela alugava uma em Brasília que também era usada por Lulinha, segundo um processo trabalhista apresentado contra a lobista.
Como a Folha mostrou, a PF apontou que Lulinha atuava em "comunhão de interesses econômicos" e conduzia negócios em conjunto Roberta, que trabalhava para obter contratos com o governo federal.
O órgão indicou a suspeita de que Lulinha, Roberta e Fernando Bittar —empresário que era um dos donos do sítio de Atibaia (SP) investigado na Lava Jato— mantiveram uma "sociedade oculta" em negócios relacionados à Cannabis medicinal, que tentaram vender ao Ministério da Saúde.
O inquérito da PF trata de suspeitas dos crimes de corrupção e tráfico de influência nas tentativas de obter autorização para a comercialização com a pasta e está sob relatoria do ministro André Mendonça, do STF. As investidas no Ministério da Saúde não prosperaram. Lulinha é alvo de outros dois inquéritos na corte.
A investigação da PF também aponta que a lobista Roberta Luchsinger pagou R$ 217 mil em faturas de cartão de crédito, financiamento de um veículo e outras despesas para Marco Aurélio Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula.
Os pagamentos ocorreram em 2024, mesmo período em que, de acordo com a PF, ela trabalhava para obter contratos relacionados à Cannabis medicinal.
A defesa de Marcola disse que ele "jamais encaminhou qualquer documento referente a compras ou licitações no âmbito do Ministério da Saúde ou da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)", e que os valores são relativos a um empréstimo pessoal.
Elmano promete novas Casas da Mulher Cearense e aumento das Patrulhas Maria da Penha
Escrito porAlexia Vieira e Luana Barros / DIARIONORDESTE
O governador Elmano de Freitas (PT), candidato a reeleição, falou sobre quais devem ser as medidas para proteção das mulheres caso seja eleito para um novo mandato. Entre as prioridades, está a construção de novas Casas da Mulher Cearense e a ampliação das Patrulhas Maria da Penha.
Ele participou de caminhada no bairro Antônio Bezerra, em Fortaleza, na manhã deste domingo (23). Ao lado dele, estava a candidata a vice-governador, Gabriella Aguar (PSD), além do senador Camilo Santana (PT), do prefeito de Fortaleza Evandro Leitão (PT) e de candidatos a deputado federal e estadual da coligação.
Ao ser indagado sobre as políticas para proteção às mulheres, Elmano reforçou que hoje, existem "mais de 102 equipamentos da rede de enfrentamento à violência contra as mulheres". A meta, segundo ele, é construir mais três Casas da Mulher Cearense.
Patrulha Maria da Penha e autonomia financeira
O candidato também disse que quer aumentar as Patrulhas Maria da Penha, responsáveis pela proteção, prevenção e monitoramento de mulheres que tenham denunciado casos de violência. Segundo ele, a implementação da medida diminui a reincidência dos casos de agressão.
"Para que aquela mulher que faz a denúncia, que está sendo ameaçada, já na delegacia, possa ter já a ação da Polícia Militar para fazer a sua proteção e acompanhamento do agressor para evitar que ele possa fazer qualquer ação contra essa mulher", detalhou.
Elmano reforçou ainda que deve continuar no trabalho para "autonomia econômica" das mulheres. Hoje, por exemplo 70% das beneficiárias do pequeno crédito no Ceará são mulheres, explica o candidato.
"Nós vamos continuar aumentando o recurso para garantir a essa mulher a autonomia econômica e oportunidade de emprego", garantiu.
Crédito para empreendedores
Elmano falou ainda sobre a proposta de criação de agência de fomento no Ceará especializada em microcrédito. Segundo ele, essa medida seria feita em parceria com o Banco do Nordeste.
A meta, segundo ele, é ampliar o Ceará Cred. "O Ceará Cred já emprestou mais de R$ 500 milhões a 150 microprodutores e empreendedores", disse.
A ampliação ocorrerá por meio da agência de fomento. "E vamos espalhar isso no Ceará inteiro, na capital, nas grandes cidades, mas também nas pequenas cidades", prometeu.

A lavagem do ouro
Por Notas & Informações / O ESTADÃO DE SP
Uma reportagem do Estadão com base num estudo da Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) detalhou o caminho traçado por criminosos para “esquentar” – ou seja, regularizar – o ouro extraído de forma ilegal de reservas indígenas e áreas de preservação ambiental do Brasil. E a conclusão do trabalho indica uma potencial negligência do poder público.
Até 2023, apenas uma autodeclaração bastava para atestar a licitude da origem do ouro. Obviamente, isso abria brechas que facilitavam o escoamento do minério extraído de garimpos ilegais, sobretudo na Amazônia Legal. Mas, desde então, pouca coisa mudou.
Como mostrou o estudo, nem uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que pôs fim no ano passado à chamada presunção de boa-fé da origem do ouro foi capaz de frear o avanço dessa cadeia de ilícitos que alimenta um lucrativo mercado nacional e internacional. Ao contrário: o cometimento de fraudes ainda persiste.
E isso ocorre porque, logo no início da cadeia, há a emissão de títulos “fantasmas” de lavras garimpeiras e até mesmo o envolvimento em ilegalidades de funcionários dos Pontos de Compra de Ouro (PCOs), entidades de instituições financeiras que adquirem o ouro de pequenos garimpeiros ou cooperativas, inserindo-o no mercado legal.
A corrupção tem permitido que o ouro ilegal vire, como num passe de mágica, ouro legal. E, a partir daí, fica praticamente impossível distinguir o minério fruto da exploração autorizada pelo poder público daquele obtido do garimpo predatório.
O resultado da “lavagem” do metal é alarmante: o estudo estima que nada menos que metade das 104 toneladas de ouro exportadas anualmente pelo Brasil tenha origem no garimpo ilegal – ou seja, é produto do crime. O contexto atual favorece a ganância dos bandidos: só no ano passado, o ouro se valorizou em torno de 50%, enquanto países e investidores buscam o ativo, considerado mais seguro, num mundo cada vez mais instável.
Esse mercado bilionário, claro, atraiu facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), que se associam a garimpeiros ilegais e oferecem suas rotas de tráfico de drogas no Norte para também dar vazão ao ouro ilegal.
Tudo isso expõe falhas sistemáticas do poder público. Preocupa o fato de a Agência Nacional de Mineração (ANM) admitir ao Estadão que precisa melhorar a fiscalização, que hoje é frouxa. Mas não basta reconhecer o problema, é preciso combatê-lo.
Aliás, as autoridades públicas podem se inspirar nas medidas listadas pelo estudo da Abrampa. Há como melhorar os instrumentos de controle, a começar pelo aperfeiçoamento da fiscalização, com a reforma do regime de permissão de lavras; a criação de um cadastro federal de maquinários usados em garimpo; a cobrança de que a primeira venda do ouro seja feita pelo titular da lavra; e a adoção de novas tecnologias para identificar a origem do minério.
Todas essas ações combinadas podem ajudar a proteger as comunidades indígenas, a preservar o meio ambiente e a promover a segurança pública para todos os cidadãos da Amazônia Legal.

