Capitão Wagner apoia profissionais de enfermagem do município de Camocim
Dep. Capitão Wagner (PR)Foto: Máximo Moura
Roberto Mesquita critica excesso de partidos no Brasil
Dep.Roberto Mesquita (PV)Foto: Máximo Moura
Fernando Hugo lembra dos alertas sobre desgoverno petista
Dep. Fernando Hugo (PP)Foto: Máximo Moura
Agenor Neto critica anúncio do Governo sobre implantação de novas faculdades
Dep. Agenor Neto (PMDB)Foto: Máximo Moura
Collor vê governo em 'ruínas' e diz que alertou Dilma sobre erros
O ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTC-AL) afirmou nesta quarta-feira (11), em discurso durante a sessão do Senado que decidirá sobre a abertura do processo de impeachment, que o atual governo encontra-se em "ruínas" e que alertou, em vão, auxiliares da presidente Dilma Rousseff sobre os erros cometidos no mandato. Sem declarar como votará no processo, o senador também criticou o atual modelo de governabilidade.
Tasso Jereissati – É “constrangedor” segundo processo de impeachment em 25 anos

“O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) criticou a presidente Dilma Rousseff e o sistema político de ‘imperfeições graves’, durante discurso no plenário do Senado, na votação do processo de impeachment da petista, na noite desta quarta-feira, 12. O tucano lamentou a situação do País que, pela segunda vez em 24 anos, passa por um processo de afastamento de um presidente da República.
Waldir Maranhão recebeu salário como 'professor fantasma' até 2015
ENVIADO ESPECIAL / SÃO LUÍS - Waldir Maranhão saiu do meio acadêmico para se tornar deputado federal, mas o meio acadêmico não saiu dele. Ao menos de sua conta bancária. Nos dois últimos anos, apurou o Estado, o presidente interino da Câmara atuou paralelamente como “professor fantasma” da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), recebendo silenciosamente salários mensais, tudo forma absolutamente irregular.
Senador tentou evitar ser o portador de má notícia à presidente Dilma
Mensageiro que deve levar pessoalmente a Dilma Rousseff a decisão do Senado de afastá-la, o senador Vicentinho Alves (PR-TO) diz que cumprirá a tarefa "com bastante respeito". Primeiro-secretário da Casa, ele deve entregar a Dilma documento que levará a seu afastamento por até 180 dias.
Base de Dilma espera alcançar ao menos 30 votos contra impeachment
Diante de um cenário previsível de derrota, a base do governo trabalha, numa conta otimista, para tentar chegar a 30 votos dos 81 senadores contra o processo de impeachment de Dilma, enquanto a oposição trabalha com até 57 por sua abertura. Basta maioria simples dos presentes para que Dilma seja afastada por até 180 dias e julgada por crime de responsabilidade. Nas últimas 24 horas, senadores próximos ao Planalto não acreditavam em surpresa, ao contrário da votação na Câmara, em que havia na véspera esperança em salvar Dilma.
Delcídio do Amaral tem mandato cassado no Senado
Preso por tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato em novembro de 2015, o senador Delcídio do Amaral teve o mandato cassado nesta terça-feira no Senado por quebra do decoro parlamentar. A cassação de Delcídio foi construída com 74 votos favoráveis, enquanto nenhum senador votou contra e um se absteve. A decisão do plenário da Casa vem cinco meses depois de PPS e Rede ingressarem com uma representação contra o agora ex-senador no Conselho de Ética do Senado, cujo relator, Telmário Mota (PDT-RR), recomendou a cassação em seu parecer.


