Carregamentos com 4,1 milhões de doses da Pfizer chegam ao Brasil
Foram recebidas hoje (8) mais 4,1 milhões de doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer. O lote chegou em dois carregamentos, um que foi desembarcado no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), e o outro no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo.

A previsão do Ministério da Saúde é que, ao longo do mês de novembro, cheguem ao Brasil 34 milhões de doses da vacina do laboratório norte-americano, para cumprimento do segundo contrato firmado com o governo para o fornecimento de 100 milhões de doses do imunizante até dezembro. A farmacêutica já fez a entrega de 100 milhões de doses previstas no primeiro termo assinado com o governo brasileiro.
Desde o início da vacinação contra o novo coronavírus no Brasil, foram distribuídas a todos os estados mais de 344,1 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo que 121 milhões são da Pfizer.
Até o momento, 123,6 milhões de pessoas completaram a imunização contra a doença, com duas doses ou vacina de dose única.
Edição: Lílian Beraldo / AGÊNCIA BRASIL
Quase a metade de clientes de planos de saúde usa serviços do SUS
Luciana Casemiro / O GLOBO

RIO - Mais de 40% dos clientes de planos de saúde usam o SUS. Em pesquisa feita pela Associação Nacional das Administradoras de Benefícios (Anab), com 1.006 usuários da saúde suplementar de todo o país, em setembro, a vacinação é o serviço mais utilizado por este público (49,3%).
O levantamento mostra, no entanto, que apesar de ter plano de saúde, muitos consumidores acabam recorrendo à rede pública quando precisam de especialistas (19,7%), emergência (11,8%), medicamentos (11,4%) e exames (5,5%).
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Não à toa, o atributo mais valorizado pelos clientes de planos de saúde é a agilidade do atendimento (24,2%), seguido por facilidade de autorização de procedimentos (15,4%). Só depois vêm rede de hospitais credenciada (14,4%), serviços oferecidos (11,1%) e rede de profissionais (10,9%).
— A procura dos clientes de planos de saúde pode estar relacionada de um lado à dificuldade de acesso. Em determinadas situações a UPA pode ser mais perto de que um serviço da rede credenciada e há quem não tem dinheiro nem para o ônibus. Outra questão é a disponibilidade do serviço — avalia Alessandro Acayaba de Toledo, presidente da Anab,
Toledo acrescenta:
— O fato é que a pandemia aumentou em mais de 80% a preocupação das pessoas com acesso aos serviços de saúde e mantém os planos entre os três maiores desejos dos brasileiros, quanto mais velhos maior a importância atribuída à saúde suplementar. Isso é comprovado pelos números da Agência Nacional de Saúde (ANS) que registram um aumento de mais de um milhões de usuários no setor durante a pandemia.
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Usuários não querem mudar de plano
Apesar da importância atribuída à manutenção de um plano de saúde ter crescido para 80% dos usuários, a pesquisa mostra que metade não está disposta a pagar a mais pelo serviço. Mais de 90% dizem que pretendem manter seu contrato como está. Ao serem questionados sobre mudar de plano usando a portabilidade, que permite levar o período cumprido de carência para o novo contrato, quase 70% dizem que não há a menor chance d fazê-lo.
— A pesquisa mostra a grande resistência dos usuários dos planos de saúde em mudar de empresa, mesmo levando as carências para o novo plano. Esse é um trabalho que temos feito de mostrar alternativas em que é possível reduzir o custo, sem perde em serviço. Além disso, é preciso discutir novos modelos que ampliam o acesso da população à saúde suplementar — ressalta Toledo.
O presidente da Anab chama ainda atenção para o fato de que os brasileiros com renda familiar até dois salários mínimos são os que mais utilizam o plano de saúde, 47,5% fazem uso mensalmente:
— Quem paga com mais dificuldade quer fazer valer o dinheiro suado que custeia o plano. Do outro lado há quem paga o plano e não usa.
Segundo a pesquisa, na média geral, o uso mensal é feito 27,4 dos brasileiros; 27% utilizam os serviços semestralmente; 20% a cada dois meses; e 15%, anualmente.
Covid-19: país tem 21,8 milhões de casos e 609,4 mil mortes
Balanço divulgado neste domingo (7) pelo Ministério da Saúde registra 6.115 novos casos de covid-19 em 24 horas. O dado eleva para 21.880.439 o número de pessoas infectadas pela doença desde o início da pandemia no país. Ontem (6), o painel de estatísticas marcava 21.874.324 casos acumulados.

Em 24 horas, as autoridades de saúde notificaram 59 novos óbitos pelo novo coronavírus, totalizando 609.447. Ontem, o painel de informações marcava 609.388 mortes acumuladas.
O balanço apontou ainda 201.198 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento e 21.069.794 pacientes recuperados da doença.
Estados
Os estados com mais mortes são os seguintes: São Paulo (152.527), Rio de Janeiro (68.494), Minas Gerais (55.759), Paraná (40.616) e Rio Grande do Sul (35.632).
Já as unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.845), Amapá (1.993), Roraima (2.036), Tocantins (3.887) e Sergipe (6.033).
Edição: Paula Laboissière / AGÊNCIA BRASIL
Covid-19: país tem 21,8 milhões de casos e 609,3 mil mortes
Balanço divulgado neste sábado (6) pelo Ministério da Saúde registra 11.866 novos diagnósticos de covid-19 em 24 horas. O dado eleva para 21.874.324 o número de pessoas infectadas pela doença desde o início da pandemia no país. Ontem (5), o painel de estatísticas marcava 21.862.458 casos acumulados.

As mortes pelo novo coronavírus ao longo da pandemia ultrapassam 609 mil. Em 24 horas, as autoridades de saúde notificaram 328 novos óbitos, totalizando 609.388. Ontem, o painel de informações marcava 609.060 mortes acumuladas.
O balanço apontou também 202.718 pacientes em acompanhamento e 21.061.218 recuperados da doença.
Estados
Os estados com mais mortes são os seguintes: São Paulo (152.516), Rio de Janeiro (68.494), Minas Gerais (55.746), Paraná (40.611) e Rio Grande do Sul (35.628).
Já as unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.845), Amapá (1.993), Roraima (2.035), Tocantins (3.887) e Sergipe (6.033).
Edição: Paula Laboissière / AGÊNCIA BRASIL
Bolsa Família é o Brasil que deu certo
Carlos Góes / O GLOBO
Há quase 20 anos, o país passava por um momento histórico. Os dois mais transformadores presidentes da Nova República, FHC e Lula, encontravam-se no Parlatório no Palácio do Planalto. Era a única transição democrática de um cabeça de chapa eleito para um opositor em décadas.
Quase todos percebiam a grandeza do momento. Nossa jovem democracia parecia ter atingido a maturidade da transição pacífica do poder entre partidos rivais.
Havia motivos reais para acreditar nisso. Lula, que alguns anos antes tinha feito campanha contrária ao Plano Real, se reinventou: escreveu uma Carta ao Povo Brasileiro em que prometia manter os programas bem-sucedidos do governo FHC.
Seu ministro da Fazenda, Antonio Palocci, rasgava elogios ao seu predecessor, Pedro Malan. De quebra, Lula nomearia um deputado tucano de Goiás, Henrique Meirelles, para seu Banco Central.
O governo Lula também abraçaria o tripé macroeconômico: metas de inflação; câmbio flutuante; e superávit primário. Se essas políticas eram “neoliberais”, como diziam alguns economistas críticos ligados ao PT, Lula foi campeão de neoliberalismo.
Em resumo, apesar de haver transição, não houve ruptura. Depois de uma sequência de crises de hiperinflação, o Brasil parecia seguir, de forma mais ou menos linear, em direção ao progresso: melhorando aquilo que tinha dado certo e reformando o que estava ruim. Com menos espaço para dogmatismos ideológicos.
Uma das áreas mais improváveis de continuidade foi a política social. O governo Lula decidiu unificar e ampliar os diversos mecanismos de transferência focalizada nos mais pobres, como o Bolsa Escola, Vale-Gás e o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), bem como levar adiante a ideia já existente de criar um Cadastro Único para os benefícios sociais do governo. Nascia o Bolsa Família.
Dentro de uma lógica peculiar, a crítica tinha alguma razão de ser. O Progresa/Oportunidades, primo mexicano do Bolsa Família, também foi criticado pela esquerda de lá por ser “neoliberal”. Afinal, os programas fazem uma inclusão via mercado.
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No lugar de escolher o que as pessoas devem consumir, o Bolsa Família fez dos pobres consumidores. Os recursos são públicos, mas a escolha é privatizada — e foram os pobres que se beneficiaram dessa privatização.
Essa continuidade improvável resultou num dos programas sociais mais eficientes do mundo. Em seu ápice, o Bolsa Família melhorou diretamente a vida de 14 milhões de famílias (mais de 50 milhões de pessoas) custando só 0,5% do PIB. É impressionante. E seus benefícios econômicos vão além do auxílio social direto.
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Joana Naritomi, professora brasileira da London School of Economics, demonstrou junto com coautores que a expansão do Bolsa Família em determinados municípios causou uma expansão no emprego formal. Ou seja, em termos líquidos, dar o pão ajuda com que haja mais gente disposta a pescar.
Se Maria da Conceição Tavares via “neoliberalismo” na linha contínua entre FHC-2 e Lula-1, Paulo Guedes vê no mesmo fenômeno décadas de “social-democracia”. Ambos viam o período com desdém.
Eu, ao contrário deles, vejo nele um Brasil que deu certo. Que superou o dogma e as rivalidades em nome do pragmatismo.
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A institucionalização do Bolsa Família mostrou que o gasto social, quando direto e focalizado, é eficiente e cabe tranquilamente no Orçamento. É por isso que a proposta de refundação do Bolsa Família, hoje levada a toque de caixa pelo governo Bolsonaro, é tão temerária.
Para além de todos os conformes eleitoreiros e casuísticos da proposta, ela torna o gasto social refém do governo de ocasião e da distribuição de emendas no Parlamento. Se antes vivíamos em um país de aparente avanço linear, vivemos hoje na realidade da ruptura errática.
Infelizmente, como diz um técnico de futebol, é muito mais fácil destruir do que construir. Se o Senado avançar com a desinstitucionalização do Bolsa Família, é possível que se tome muito tempo para recolocar pedra sobre pedra.
IBGE: PIB cresceu 1,2% em 2019, chegando a R$ 7,389 trilhões
Em 2019, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, teve alta de 1,2% ante 2018 e atingiu R$ 7,389 trilhões. O PIB per capita foi de R$ 35.161,70, uma alta de 0,4%. Os dados são do Sistema de Contas Nacionais 2019, divulgados hoje (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O instituto explica que o que o Sistema de Contas Nacionais agrega novos dados às Contas Nacionais Trimestrais, mais amplos e detalhados, tanto do IBGE como de fontes externas.
Segundo os dados apresentados hoje, em 2019 nove dos 12 grupos de atividades econômicas registraram crescimento ou estabilidade. A agropecuária cresceu 0,4%, a indústria caiu 0,7% e os serviços cresceram 1,5%.
O consumo das famílias, que responde por 74,8% da demanda final e por 63,7% do PIB, cresceu 2,6%. “A variação média de preços dos bens e serviços consumidos pelas famílias foi de 3,7% e o valor do consumo final per capita mensal das famílias passou de R$ 1.768,05, em 2018, para R$ 1.865,97, em 2019”, indica o IBGE.
A despesa de consumo final do governo caiu 0,5%, após alta de 0,8% em 2018. Já a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) subiu 4%, somando R$ 1,1 trilhão em 2019, o segundo resultado positivo depois de quatro quedas consecutivas. A taxa de investimento ficou em 15,5%, um crescimento de 0,4 pontos percentuais em relação a 2018, voltando ao patamar de 2016.
Revisão no PIB
De acordo com o IBGE, o crescimento do PIB em 2019 foi revisado de 1,4% para 1,2%.
“Essa revisão decorreu, principalmente, da incorporação de novos dados sobre o impacto econômico do rompimento da barragem de Brumadinho, em 25 de janeiro de 2019. Com isso, a queda da Indústria extrativa mineral foi ajustada de -0,9% para -9,1%. O impacto dessa revisão sobre a taxa de crescimento do Valor Adicionado Bruto da Indústria foi de -1 ponto percentual”, informa o instituto.
Com a taxa de 2019, o país registra três anos seguidos de crescimento no PIB, com 1,8% em 2018 e 1,3% em 2017. Porém, essas altas não foram suficientes para reverter a queda de 6,7% acumulada em 2015 e 2016, segundo o IBGE.
O instituto destaca que o crescimento de 1,2% em 2019 foi decorrente do aumento de 1% no valor adicionado bruto, com destaque para o grupo serviços que cresceu 1,5%. Os impostos sobre produtos, líquidos de subsídios, cresceram 2,7%.
O comércio subiu 1,6% em 2019, com destaque para o volume do milho em grão (42%), caminhões e ônibus (23%) e álcool (13,8%). As atividades imobiliárias cresceram 2,4% e outras atividades de serviços cresceram 2,8%.
A atividade energia elétrica, gás natural e outras utilidades cresceu 3,2%, enquanto água, esgoto e gestão de resíduos cresceu 1,1%. A construção reverteu os resultados negativos apresentados desde 2014 e em 2019 teve alta de 1,9%.
Financiamento da economia nacional
O IBGE destaca, ainda, que a necessidade de financiamento da economia brasileira foi de R$ 241 bilhões em 2019, uma alta de 44,5% em relação a 2018, quando atingiu R$ 166,7 bilhões.
“Contribuiu para o aumento, o desempenho do comércio exterior, pois enquanto as exportações de bens e serviços apresentaram crescimento nominal de 1,8% (R$ 1,03 trilhão, em 2018, contra R$ 1,04 trilhão, em 2019), as importações de bens e serviços experimentaram maior elevação, de 9,4% (de R$ 997 bilhões, em 2018, para R$ 1,1 trilhão, em 2019)”, informou o instituto.
Outra contribuição para o resultado foi o aumento líquido do envio de rendas de propriedade ao resto do mundo, que, segundo os dados do IBGE, passou de R$ 195,7 bilhões em 2018, para R$ 199,1 bilhões.
Após três anos de crescimento, a poupança bruta caiu, passando de R$ 507,9 bilhões, em 2018, para R$ 438,6 bilhões, em 2019. A capacidade de financiamento das empresas financeiras passou de R$ 149,8 bilhões para R$ 132,3 bilhões, uma queda nominal de 11,7%.
A necessidade de financiamento do setor público, no setor de governo geral, teve queda de 14%, passando de R$ 429,2 bilhões em 2018, para R$ 369,6 bilhões em 2019. O movimento se explica pelo crescimento de 7,9% da receita total, influenciado pelos R$ 83,9 bilhões em receita no bônus de partilha na produção de petróleo do pré-sal, apesar da variação de 5,9% das despesas das três esferas de governo.
No setor famílias, 2019 teve crescimento nominal de 6,4% na despesa de consumo final, mas a capacidade de financiamento das famílias aumentou 13,6%, chegando ao valor de R$ 184,6 bilhões. A remuneração dos empregados subiu 5,3%, as rendas de propriedade recebida aumentaram 6,5% e as rendas de propriedade pagas caíram 5,3%.
Outra contribuição para o resultado foi o aumento de 9,2% em termos nominais dos benefícios sociais recebidos pelas famílias.
Edição: Denise Griesinger / AGÊNCIA BRASIL
Covid-19: Brasil registra 13,3 mil casos e 436 mortes em 24 horas
Em 24 horas, as autoridades de saúde registraram 13.352 casos de covid-19. Também foram confirmadas 436 mortes em decorrência da doença. Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde divulgado nesta quinta-feira (4), consolidado a partir das informações enviadas pelas secretarias estaduais de Saúde. 

Com os novos casos, o total de pessoas que foram infectadas pelo novo coronavírus ao longo da pandemia chegou a 21.849.137.
Ainda há 193.170 casos em acompanhamento, de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado.
Com as novas mortes registradas pelas secretarias de saúde, a quantidade de pessoas que não resistiram à covid-19 alcançou 608.671.
Ainda há 2.926 falecimentos em investigação. Essa situação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores.
Até esta quinta-feira, 21.047.296 pessoas já se recuperaram da covid-19.
Os números em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Após os fins-de-semana e feriados, como ocorreu nesta semana, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.
Estados
Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (152.222), Rio de Janeiro (68.409), Minas Gerais (55.670), Paraná (40.584) e Rio Grande do Sul (35.570).
Já os estados com menos óbitos resultantes da covid-19 são Acre (1.845), Amapá (1.993), Roraima (2.035), Tocantins (3.884) e Sergipe (6.032). Não houve novas mortes entre ontem e hoje no Acre e no Amapá.
Vacinação
No total, até o início da noite desta quinta-feira (4) o sistema do Ministério da Saúde marcava a aplicação de 276,4 milhões de doses de vacina contra a covid-19 no Brasil, sendo 155,2 milhões da primeira dose e 121,1 milhões da segunda dose e dose única.
Foram aplicados 7,8 milhões de doses de reforço. No total, foram distribuídas 344,1 milhões de doses a estados e municípios.
Edição: Aline Leal / AGÊNCIA BRASIL
Covid-19: Brasil tem 21,83 milhões de casos e 608,2 mil mortes
Desde o começo da pandemia, foram infectadas pelo novo coronavírus até esta quarta-feira (3) 21.835.785 pessoas. Nas últimas 24 horas, houve 14.661 novos casos de covid-19 no país. Ontem, o painel de informações do Ministério da Saúde marcava 21.821.124 casos acumulados.

Ainda há 192.287 ocorrências em acompanhamento de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado.
Já o total de vidas perdidas para a pandemia chegou a 608.235. Entre ontem e hoje, secretarias de saúde confirmaram 164 novas mortes. Ontem, a soma de óbitos, conforme as autoridades de saúde, estava em 608.071.
Ainda há 2.959 falecimentos em investigação. Essa situação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente morreu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandará exames e outros procedimentos.
Até esta quarta-feira, 21.035.263 pessoas já se recuperaram da covid-19. Os dados de hoje do Ministério da Saúde não incluíram as informações do Ceará.
Os números em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Após os fins de semana e feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.
Estados
Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (152.098), Rio de Janeiro (68.391), Minas Gerais (55.613), Paraná (40.542) e Rio Grande do Sul (35.525).
Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.845), Amapá (1.993), Roraima (2.030), Tocantins (3.882) e Sergipe (6.031).
Vacinação
No total, até o início da noite desta quarta-feira (3), o sistema do Ministério da Saúde assinalava a aplicação de 276,2 milhões de doses no Brasil, sendo 155,2 milhões da primeira dose e 121 milhões da segunda dose e da dose única.
Quando considerados apenas os dados consolidados no sistema do Programa Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde, foram aplicadas 275,1 milhões de doses, sendo 152 milhões da primeira dose e 114,8 milhões da segunda dose.
Doses de reforço aplicadas foram 7,8 milhões. No total, foram distribuídas 334,9 milhões de doses a estados e municípios, tendo sido entregues 333,2 milhões.
Edição: Kleber Sampaio / AGÊNCIA BRASIL
Lei que dá isenção de ICMS para botijão de gás de uso residencial no Rio é sancionada
O Globo

O governador do Rio, Cláudio Castro, sancionou a Lei 9.445, que garante a isenção de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na venda de botijões de gás de 13kg para uso residencial. O preço médio do botijão de gás ultrapassou a marca de cem reais. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (dia 3), mas ainda é preciso regulamentar como será aplicado o abatimento e calcular o impacto no preço final ao consumidor.
Segundo a lei, para a concessão do benefício é preciso que seja feito um convênio junto ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Também é necessário que seja apresentado um estudo de impacto financeiro-orçamentário, "em observância ao artigo 113 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, bem como ao artigo 16, inciso I, da Lei Complementar 101, de 04 de maio de 2000".
A nova lei é decorrente do Projeto de Lei 4.405/2021, aprovado pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) no dia 6 de outubro. O texto foi de autoria do deputado estadual Rosenverg Reis (MDB).
— Um botijão custar mais de R$ 100 é um absurdo para quem ganha um salário mínimo (R$ 1.100), que tem tido dificuldade até para comprar comida. Gás de cozinha é uma necessidade básica, e temos que nos empenhar para trazer alívio ao consumidor. É também uma forma de evitar que mais pessoas sofram acidentes ao tentar cozinhar com álcool — justificou o autor da proposta.
Camilo Santana nomeia Camily Cruz como procuradora-geral do Ceará
A advogada Antônia Camily Gomes Cruz é a nova procuradora-geral do Ceará. Ela substitui Juvêncio Vasconcelos Viana. O nome foi confirmado, na tarde desta quarta-feira (3), pelo governador Camilo Santana (PT).
Segundo o chefe do Executivo, Camily será a primeira mulher a assumir o cargo na história do Estado. Conforme antecipado pelo Diário do Nordeste, Juvêncio foi exonerado no último dia 27 de outubro.
QUEM É A NOVA PROCURADORA-GERAL DO CEARÁ

Camily Gomes Cruz foi procuradora do Estado do Ceará no cargo de procuradora-geral Executiva do Contencioso Tributário. Ela é mestre em Direito e Gestão de Conflitos pela Universidade do Fortaleza (Unifor) e também já ocupou o cargo de procuradora da Fazenda Nacional. COM DIARIONORDESTE

