Pesquisa Ipec Minas: Zema tem 45% e Kalil sobe para 34%
O atual governador e candidato a reeleição pelo Novo, Romeu Zema, lidera a disputa pelo governo de Minas Gerais com 45% das intenções de voto, mas vê a diferença para o segundo colocado, Alexandre Kalil (PSD) diminuir. Os dados são de pesquisa Ipec divulgada nesta terça-feira, 27. O ex-prefeito de Belo Horizonte aparece com 34%, um aumento de cinco pontos porcentuais em comparação aos dados do último levantamento, divulgado no dia 20.
Na última semana, Kalil aparecia com 29% das intenções de voto e Zema com 46%, o que faz o atual governador oscilar dentro da margem de erro.
Carlos Viana (PL) aparece com 3%, seguido por Lorene Figueiredo (PSOL), Indira Xavier (Unidade Popular), Marcus Pestana (PSDB), Renata Regina (PCB) e Vanessa Portugal (PSTU) tiveram 1% das intenções de voto cada. Cabo Tristão (PMB) e Lourdes Francisco (PCO) não pontuaram. Brancos e nulos somam 6% e os que não souberam são 8%.
Romeu Zema lidera as intenções de voto no segundo turno com 50% das intenções de voto, contra 37% de Alexandre Kalil. A diferença de 13 pontos porcentuais diminuiu em comparação à pesquisa da última semana, quando o candidato do Novo aparecia com 53% no segundo turno, contra 33% de Kalil.
O candidato à eleição para o Senado por Minas Gerais Cleitinho (PSC) tem 23% das intenções de voto e aparece empatado tecnicamente com o segundo colocado, Alexandre Silveira (PSD), que tem 21%. O primeiro se manteve com o mesmo porcentual de votos, em comparação à pesquisa da semana passada, enquanto o segundo teve um aumento de 3 pontos porcentuais.
O Ipec ouviu 2000 pessoas entre os dias 24 e 26 de setembro em 102 cidades mineiras. A pesquisa, que tem margem de erro de dois pontos percentuais (para mais e para menos) e nível de confiança de 95%, está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR‐06414/2022. O ESTADÃO DE SP
Pesquisa Ipec Rio: Castro abre 13 pontos sobre Freixo e vai a 48% dos votos válidos
Por Fabio Grellet / O ESTADÃO SP
RIO - Pesquisa de intenção de voto para governador do Rio realizada pelo Ipec e divulgada na noite desta terça-feira, 27, pela TV Globo indica que o governador e candidato à reeleição Cláudio Castro (PL) lidera com 13 pontos porcentuais sobre o segundo colocado, Marcelo Freixo (PSB). Castro tem 38% dos votos, um ponto porcentual acima do registrado na pesquisa anterior, divulgada há uma semana. Freixo recuou dois pontos, de 27% para 25%. O resultado dá a Castro 48% dos votos válidos – número muito próximo dos 50% mais 1 necessários para vencer a disputa no primeiro turno. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.
Em seguida, aparece Rodrigo Neves (PDT), que oscilou de 6% na pesquisa anterior para 7% agora, Cyro Garcia (PSTU) manteve os 3% da pesquisa anterior. Juliete Pantoja (UP), Wilson Witzel (PMB) e Paulo Ganime (Novo) aparecem empatados com 2% cada, o mesmo da pesquisa anterior. Eduardo Serra (PCB) manteve 1% da pesquisa anterior. Luiz Eugênio (PCO) permaneceu com 0%.
Votos brancos, nulos ou em nenhum candidato continuam em 11%, como há uma semana. A pesquisa apurou ainda que 9% dos entrevistados ainda não sabem em quem votar, também como na pesquisa anterior.
O Ipec também pesquisou o cenário de segundo turno entre Castro e Freixo. Castro teria 44% (eram 45% na pesquisa anterior) e Freixo, 34% (eram 35% na pesquisa passada). Votos brancos, nulos ou em nenhum candidato, nessa hipótese, subiram de 13% para 15%. Sete por cento dos pesquisados não sabem em quem votariam. É o mesmo índice da pesquisa anterior.
Na pesquisa de intenção de voto para o Senado, o ex-jogador de futebol e atual senador Romário (PL) continua na frente, com os mesmos 33% da pesquisa anterior´. É seguido por Alessandro Molon (PSB) e Clarissa Garotinho (União Brasil), ambos com 11%. Molon tem o mesmo índice da semana passada, e Clarissa subiu um ponto porcentual.
Na sequência, estão Daniel Silveira (PTB) e André Ceciliano (PT), com 7% das preferências. Silveira manteve o índice. Ceciliano subiu um ponto porcentual, em comparação com a semana passada.
Cabo Daciolo (PDT) manteve os 6% da pesquisa anterior. Professor Helvio Costa (DC), Itagiba (Avante) e Bárbara Sinedino (PSTU) estão empatados com 1% cada. Antônio Hermano (PCO), Raul (UP), Hiran Roedel (PCB) e Sued Haidar (PMB) têm 0%.
Votos brancos ou nulos continuam em 10%, como na pesquisa anterior. Doze por cento dos consultados não sabem em quem votar (na pesquisa anterior eram 13%).
A pesquisa ouviu 2.000 eleitores no Estado do Rio, no período de 24 a 26 de setembro. O nível de confiança é de 95%,. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) sob o código RJ-00773/2022 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-09459/2022.
Ciro defende inclusão de programa de renda mínima na Constituição
O candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, fez campanha no município de Taboão da Serra (SP), na manhã de hoje (27). Em encontro com trabalhadores, o pedetista defendeu a inclusão de um programa de renda mínima na Constituição, de maneira a garantir esse direito às famílias mais vulneráveis, eliminando a dependência dessas famílias da vontade do governo de plantão em ajudá-las.

Para Ciro, esse é um plano para acabar com a fome no país. Segundo os cálculos de Ciro, o programa custaria R$ 380 bilhões por ano, menos que, segundo ele, o país para de juros de dívidas. “Sabe quanto o governo brasileiro tirou do cofre nos últimos 12 meses para pagar de juro para banco? R$ 500 bilhões. Ou seja, o programa para acabar com a fome e a pobreza custa R$ 380 bilhões. No Brasil, o sistema só serve para servir os donos do poder, que compraram a política brasileira”, criticou o candidato.
Aos trabalhadores, o candidato também falou sobre o endividamento das famílias. Sua proposta para essa questão é que o Estado ajude essas famílias a obter um desconto para poder quitar a dívida. “Chama todas as famílias endividadas e chama todos os crediaristas, a companhia de água e esgoto, a de energia, onde o povo tá pendurado na dívida e pede um desconto. O governo entra para ajudar as pessoas a conseguir um desconto. Eu já fiz isso muitas vezes no Ceará”, disse.
Edição: Fábio Massalli / AGÊNCIA BRASIL
Ipec em São Paulo: Haddad lidera com 34%; Tarcísio tem 24%, e Rodrigo Garcia, 19%
Por Levy Teles / O ESTADÃO
A cinco dias da eleição, Fernando Haddad (PT) tem 34% das intenções de voto e segue na liderança na disputa pelo governo de São Paulo, de acordo com nova pesquisa Ipec (ex-Ibope) divulgada nesta terça-feira, 27. Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Rodrigo Garcia (PSDB), com 24% e 19%, respectivamente, brigam por uma vaga no segundo turno. O levantamento foi contratado pela TV Globo.
Em relação ao levantamento anterior, do dia 21 de setembro, Tarcísio oscilo dois pontos para cima (tinha 22%) e Garcia, um (tinha 18%). Agora o ex-ministro da Infraestrutura está a cinco pontos à frente do governador do Estado e se isola na segunda posição. Haddad manteve os 34%.
Todos os demais candidatos, Vinicius Poit (Novo), Gabriel Colombo (PCB), Antonio Jorge (DC), Elvis Cezar (PDT), Carol Vigliar (UP), Altino Júnior e Edson Dorta (PCO), têm 1%. De acordo com o levantamento, 7% afirmaram não ter interesse em votar em nenhum nome apresentado pelo instituto, e 9% não responderam.
Em uma simulação de segundo turno entre Haddad e Tarcísio, o candidato do PT tem 44% das intenções de voto, ante 37% do ex-ministro. Se a disputa for entre Haddad e Garcia, há um cenário de empate técnico. O petista tem 41% e o governador do Estado, 38%. Na simulação sem Haddad, o cenário é ainda mais parelho. O ex-ministro tem 36% ante 35% do governador.
Haddad continua como candidato mais rejeitado - 33%. Ele é seguido por Tarcísio, com 20%, e Garcia, com 9%.
Segundo o levantamento, pouco mais da metade (58%) dos eleitores de São Paulo não irar mudar mais o voto para o Executivo estadual. 42% disseram que ainda podem alterar a escolha.
A gestão de Garcia é avaliada como ótima ou boa por 27% dos paulistas — mesmo número em comparação à pesquisa anterior. 39% dizem que ele faz um governo regular, oscilação positiva de um ponto, e 20% dizem que ele faz uma administração péssima, oscilação de um ponto porcentual para baixo. 14%, anteriormente 13%, não sabem responder.
A pesquisa Ipec foi realizada entre os dias 24 e 26 de setembro e entrevistou 2 mil eleitores presencialmente, em 84 municípios paulistas. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-04944/2022. A margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
Lula: é preciso adequar escolas para incentivar prática esportiva
O candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, disse hoje (27) que é preciso adequar a estrutura das escolas no país para incentivar a prática de esportes pelos jovens. “Nós vamos ter que mudar o conceito das nossas escolas. É preciso fazer uma revolução da arquitetura brasileira. Porque todas as escolas brasileiras têm padrão igual: é um monte de concreto, de preferência vertical, com uma quadrinha de basquete ou de futebol de salão sem rede”, disse ao participar de um encontro com comunicadores, atletas e membros de torcidas organizadas em um hotel na capital paulista.

Para Lula, é importante que as escolas sejam capazes de oferecer alternativas além da sala de aula. “Ou seja, a escola tem que ser um instrumento de múltipla funcionalidade. Você tem que ter várias possibilidades das crianças na idade que elas podem aprender qualquer tipo de esporte”, acrescentou.
Com essas mudanças, o candidato acredita que as escolas podem, inclusive, ajudar a suprir a carência de espaços para prática de exercícios e lazer nas cidades. “Um menino em uma cidade pequena ou média não tem uma piscina pública. Os campos de futebol, na maioria, são de times privados que cercam e a molecada não pode entrar”, exemplificou.
A implantação desse novo modelo depende, segundo o candidato, de políticas que integrem as três esferas de governo. “É preciso que o Estado e os entes federados - União, estados e municípios - se coloquem de acordo que nós precisamos mudar o padrão para que a gente possa acreditar na prática do esporte”, enfatizou.
O candidato ressaltou ainda que esse tipo de investimento, de incentivo ao esporte de forma ampla, deve partir necessariamente dos governos. “Nenhum empresário, por mais progressista que seja, vai investir em um atleta antes desse atleta provar que pode dar retorno financeiro”, disse.
Esse tipo de política deve, de acordo com Lula, também ser entendida como um investimento em saúde e qualidade de vida. “A gente, primeiro, precisa pensar o esporte como um instrumento para cuidar da saúde de uma parte da nossa sociedade. Como uma coisa que garante a segurança e a formação do ser humano”, disse.
As mudanças na estrutura das escolas se alinham ainda com a proposta do candidato de expansão do ensino em tempo integral. “Nós queremos, agora, fazer escola de tempo integral. Como é que você vai manter uma criança em tempo integral em uma escola de concreto armado, onde não tem uma árvore, uma quadra, não tem nada. É quase uma prisão”.
Edição: Fábio Massalli / AGÊNCIA BRASIL

