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Quando o trânsito mata mais que assassinatos

Em sete estados brasileiros, o trânsito matou mais, em números absolutos, que os homicídios entre 1998 e 2017. É o caso de Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Piauí e Tocantins.

Um estudo do Observatório Nacional de Segurança Viária chegou a um número ainda maior, de 15 estados, ao comparar taxas de homicídios para cada 100 mil habitantes e o índice de mortes no trânsito em relação à fronta de veículos, no período de 2011 a 201

Em Santa Catarina, as mortes relacionadas ao trânsito chegam a representar o triplo dos assassinatos. Foram 38,7 mil contra 14,3 mil homicídios em 20 anos. A tragédia do trânsito tem impacto direto nos hospitais públicos. O diretor do Hospital Regional de São José, na Grande Florianópolis, Marcelo Moreira, conta que por dia a unidade, às margens da BR-101, recebe 15 pacientes com fraturas, a maioria jovens motociclistas, que acabam submetidos a cirurgias e ficam internados por até sete dias.

— Um paciente custa mais de R$ 10 mil durante uma internação. É um gasto elevadíssimo — relata.

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