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Fernanda Pessoa aponta baixo investimento no Judiciário do Ceará

Dep. Fernanda Pessoa (PR)Dep. Fernanda Pessoa (PR)Foto: Máximo Moura

 
A deputada Fernanda Pessoa (PR), durante o primeiro expediente da sessão plenária desta terça-feira (19/04), apontou o baixo investimento no Poder Judiciário Estadual. Segundo a parlamentar, entre os tribunais de médio porte, o Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) tem o menor orçamento per capita do Brasil. 

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Odilon Aguiar destaca projeto do Governo Estadual Empreendedor Juvenil

Dep. Odilon Aguiar (PMB)Dep. Odilon Aguiar (PMB)Foto: Máximo Moura

 
O deputado Odilon Aguiar (PDT) destacou, no segundo expediente da sessão plenária desta terça-feira (19/04), a solenidade de  encerramento das turmas do Empreendedor Juvenil, do projeto Primeiro Passo, com a seleção de 412 planos de negócios em meio a 1.479 qualificados.

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Comitiva de deputados visita obras da transposição do rio São Francisco

Visita as obras da Transposição do rio São Francisco- Penaforte-CEVisita as obras da Transposição do rio São Francisco- Penaforte-CEFoto: Júnior Pio

 
Uma comitiva de cinco deputados estaduais visitou, na manhã desta terça-feira (19/04), os municípios de Salgueiro (PE), Penaforte (CE) e Jati (CE) para avaliar trechos das obras da transposição do rio São Francisco. O primeiro secretário da Assembleia Legislativa, deputado Sérgio Aguiar (PDT), afirmou que a obra “é uma redenção para o Nordeste brasileiro”.

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Em nota, 14 partidos dizem que Dilma tentar passar 'de autora a vítima'

Líderes no Congresso e dirigentes de 14 partidos divulgaram nesta terça-feira (19) nota de repúdio às declarações da presidente Dilma Rousseff a jornalistas da imprensa estrangeira, dentre as quais a de que o Brasil tem "veio golpista adormecido". Eles dizem que "para defender-se ela inverte sua posição de autora em vítima". 

Em entrevista coletiva nesta terça, Dilma afirmou que não cometeu crime de responsabilidade e que o processo de impeachment ao qual responde no Congresso não tem base legal e é um golpe .

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Após cobrança de Aécio, Renan recua e marca para escolha de membros da comissão para o dia 25

BRASÍLIA - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), decidiu remarcar a data em que a composição da Comissão Especial do Impeachment será votada no Senado. Antes agendada para a próxima terça-feira, 26, a votação acontecerá um dia antes. O entendimento veio após uma cobrança do presidente do PSDB, Aécio Neves (MG). A decisão pode adiantar em uma semana a votação do afastamento da presidente.

O senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Aécio Neves (PSDB-MG)
O senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Aécio Neves (PSDB-MG)

Diferentemente de outros membros da oposição, que tentaram um combate direto com Renan Calheiros, Aécio se colocou de forma mais moderada, disse que acatava as decisões do presidente do Senado, mas pediu que houvesse deliberações relacionadas ao impeachment de segunda à sexta, independetemente da sessão ser ou não ordinária.

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Projeto de Lei proíbe que estabelecimentos comerciais exijam valor mínimo para compras com cartão de crédito ou débito

 

O deputado estadual Capitão Wagner (PR) apresentou,  terça-feira, 22 de março, um Projeto de Lei (PL) que impede os estabelecimentos comerciais do Estado do Ceará exigirem valor mínimo para compras e consumo com cartão de crédito ou débito. O PL surgiu da ideia apresentada pelo advogado Thiago Almeida. “Os estabelecimentos comerciais, com intuito de aumentar as vendas, estipulam valor mínimo para compras no cartão de crédito ou débito. Isso desrespeita o Direito do Consumidor”, explicou Capitão Wagner.

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RENAN: O SENHOR DO TEMPO NO SENADO

RENAN

 

 

 

 

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), está sendo chamado de “o senhor do tempo”, devido ao poder sobre a Casa que efetivamente vai julgar o processo de impeachment e seus ritos regimentais. Ele está sendo pressionado para agilizar os prazos pelo PMDB do vice-presidente Michel Temer e pela oposição, enquanto PT e PCdoB querem esticar ao máximo o calendário.

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LÍDERES PREVEEM RITO SUMÁRIO NO SENADO

Votação do impeachment da presidente Dilma no plenário da Câmara - UESLEI MARCELINO / REUTERS

Com o peso da votação da admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara, líderes dos partidos no Senado já projetam um rito sumário, respeitado o cronograma imposto pelo Supremo Tribunal Federal (STF), para votação do parecer pelo seu afastamento por 180 dias e a posse do vice-presidente Michel Temer. A tendência, segundo os líderes, é aprovar no Senado por uma maioria tão expressiva quanto na Câmara. Hoje, cerca de 50 senadores já estariam propensos a ratificar a decisão da Câmara. Levantamento feito pelo GLOBO já identificou 41 votos favoráveis, também suficiente para aprovação.

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Impeachment caminha para ter votação expressiva no Senado

bruno araujo impeachment

 

 

BRASÍLIA — Dilma Rousseff começou no domingo a se despedir da cadeira de presidente do Brasil. Pouco mais de um ano depois de reeleita e de 13 anos de PT no poder, a Câmara autorizou o processo de impeachment da petista por crime de responsabilidade. Isolada, sem apoio da grande maioria dos partidos de sua ampla coalizão eleitoral, Dilma dificilmente terá forças para impedir que o Senado abra o processo e a afaste do cargo, numa votação por maioria simples, nas próximas semanas. Em guerra declarada com o PMDB de seu vice Michel Temer, maior partido do Congresso, a presidente teve menos votos do que esperava o Planalto. Foi o que se viu também nas ruas por todo o país, onde as manifestações pró-impeachment reuniram mais público do que as de apoio ao governo. Não surtiu efeito sequer o esforço do ex-presidente Lula, cuja nomeação como ministro para escapar do juiz Sérgio Moro, da Lava-Jato, ajudou a agravar a crise. Temer assumirá por 180 dias assim que o Senado abrir o processo (INFOGRÁFICO: Veja como ficou o placar na Câmara). O GLOBO

 

Chamado de 'gângster', Cunha sai mais forte para tentar barrar sua cassação

Chamado de 'gângster', Cunha sai mais forte para tentar barrar sua cassação

  Alan Marques/Folhapress  
O deputado Eduardo Cunha preside a sessão da Câmara votar o pedido de impeachment de Dilma Rousseff
O deputado Eduardo Cunha preside a sessão da Câmara votar o pedido de impeachment de Dilma

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi chamado de "gângster", "ladrão" e "golpista" por deputados que votaram contra a aceitação do impeachment pela Câmara. Nos cerca de dez segundos que cada um dos deputados teve, sobraram manifestações políticas contra o governo, mensagens a familiares, a eleitores, e denúncias contra o "golpe". Réu no petrolão e principal condutor do processo contra Dilma, Cunha não respondeu a ataques, como é seu costume. Em seu voto, o deputado, que é evangélico, se limitou a dizer que espera que Deus tenha misericórdia do país.

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