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A volta da governabilidade - ISTOÉ

Vencidos os primeiros dois meses desde a troca de guarda no Planalto, está evidente para todo mundo que o País finalmente voltou a ter governo. E com ações concretas dirigidas aos interesses da Nação. Não meramente eleitoreiras, de autopreservação, como ocorria até recentemente com a presidente afastada Dilma.

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A desculpa do ‘antipetismo’ - O ESTADO DE SP

É muito conveniente, para os petistas, atribuir suas previsíveis dificuldades eleitorais neste ano, especialmente em São Paulo, ao tal “ódio ao PT” que eles tanto vivem a denunciar. O melancólico, mas merecido, quarto lugar do prefeito Fernando Haddad na pesquisa do Datafolha de intenção de voto à Prefeitura parece dar razão aos estrategistas de sua campanha que querem descolar o alcaide da desastrosa imagem de seu partido – estigma que, segundo esse raciocínio, excita na classe média paulistana seu atávico antipetismo.

 

No entanto, essa é, como de hábito, uma desculpa esfarrapada: a hostilidade ao PT realmente cresceu nos últimos anos e acentuou-se mais recentemente, mas não em razão de preconceito contra o partido, e sim por ter ficado clara a brutal incompetência administrativa dos petistas, não apenas no Município de São Paulo, mas na gestão federal.

É por esse motivo que está cada vez mais difícil encontrar eleitores que se dizem petistas ou que tenham alguma boa vontade com o partido. As últimas eleições mostraram que o grosso do voto na sigla construída por Lula da Silva começa a se concentrar onde a pobreza e o atraso limitam o senso crítico dos eleitores. Especialmente nas regiões metropolitanas, antigo reduto do Partido dos Trabalhadores, o definhamento da legenda se acelerou – a pesquisa do Datafolha mostra que a simpatia pelo PT em São Paulo, por exemplo, caiu de cerca de 25% há quatro anos para 11% agora. O PT ainda é o partido que tem mais eleitores cativos na capital paulista, mas nem de longe apresenta o vigor dos tempos, nem tão distantes, em que o lulopetismo se arrogava o privilégio de ditar os termos da história.

Quando questionados sobre o fenômeno, os petistas têm uma explicação na ponta da língua: trata-se do resultado de uma gigantesca orquestração promovida para difamar o PT. E tudo, é claro, para impedir que o chefão Lula vença as eleições presidenciais de 2018. Como escreveu o presidente do PT, Rui Falcão, em texto publicado pelo partido no dia 18, a “insidiosa campanha da mídia monopolizada” e a “perseguição implacável de autoridades parciais” visam a “infligir uma derrota acachapante ao PT nas eleições municipais” e a frustrar a eventual candidatura de Lula, “liderança inquestionável” nas pesquisas.

Entre os conselheiros de Haddad, o discurso é o mesmo. Já há quem diga, aqui e ali, que o prefeito, se quiser se reeleger, terá de encontrar meios de lidar com a carga da impopularidade da presidente afastada Dilma Rousseff e do PT, sem falar na do próprio Lula, que em São Paulo enfrenta grande rejeição. Isso seria, na opinião desses assessores, o maior obstáculo de Haddad.

Assim, com a desfaçatez habitual, os petistas vão construindo a fantasia segundo a qual o problema eleitoral do PT está no eleitor – instigado pela “mídia monopolista” e pela “elite golpista” a odiar os petistas – e não no próprio partido, cujos delírios de uma revolução social financiada pelo Estado resultaram na maior crise econômica da história recente, sem falar na desmoralização da política pela via da institucionalização da corrupção.

Seria realmente espantoso se a esta altura, com a exposição escancarada da incompetência dos companheiros Haddad e Dilma, os eleitores não manifestassem repúdio ao modo petista de governar. É provável que entre os que reprovam o prefeito e a presidente ora afastada haja mesmo muitos antipetistas convictos, desses que escolhem o candidato pelo potencial para derrotar o PT. Mas é evidente que, diante do descalabro dos governos de Dilma e de Haddad, com desemprego, recessão, contas no vermelho, ruas esburacadas, ciclovias improvisadas, saúde em pandarecos, educação vergonhosa e muitas, mas muitas promessas grandiosas não cumpridas, a decisão de desalojar o PT do poder o quanto antes seja a mais racional a ser tomada na hora de votar.

A própria Dilma reconheceu isso, ainda que por obra de evidente ato falho. Em evento em uma universidade do ABC, depois de ter sido criticada por um dos presentes, a petista, sem querer, explicou por que foi afastada da Presidência: “Uma das constatações que temos que fazer é que algo não deu certo, tanto é que eles estão lá, e nós, aqui”. Bingo.

Temer sanciona reajuste de até 41,4% para Judiciário e de 12% para MPU

O presidente da República em exercício, Michel Temer, sancionou nesta quarta-feira (20) a lei que concede reajuste de até 41,47% nos salários dos servidores do Judiciário e aumento salarial de 12% para analistas e técnicos do Ministério Público da União. A Casa Civil informou que os textos foram assinado sem vetos e deverão ser publicados no Diário Oficial da União desta quinta-feira (20).

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Fraude em escolas estaduais de MT: 10 mil alunos fantasmas matriculados

O Ministério Público Federal investiga uma fraude em escolas estaduais de Mato Grosso. Pelo menos dez mil alunos da rede pública não existem ou estão com matrículas duplicadas. Essa inflação no número de estudantes seria pra receber mais recursos do governo federal. TEM VIDEO. HORA 1 / GLOBO

Prefeito interino nomeia cinco filhos, mulher e irmão como secretários no RN

Aliny Gama
Colaboração para o UOL, em Maceió

Uma administração municipal com um clima bem familiar no interior do Rio Grande do Norte: o prefeito interino da cidade de Itajá, Francisco Siqueira de Brito (PSB), o Chico Siqueira, nomeou cinco filhos, a mulher e o irmão como secretários municipais ou para ocupar cargos no primeiro escalão. As nomeações foram publicadas nas edições do Diário Oficial do Município nos dias 1º e 8 deste mês, que também trouxeram 14 exonerações de servidores.

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Um fio de esperança - O ESTADO DE SP

A porcentagem de brasileiros que têm uma expectativa positiva a respeito da economia do País é hoje 2,7 vezes maior, quase o triplo, do que em abril último. Aumentou de 14% para 38%, o patamar mais alto desde dezembro de 2014. Coerentemente com essa informação, apenas 32% dos entrevistados são a favor da volta de Dilma Rousseff à Presidência, contra 50% que preferem que Michel Temer permaneça no Palácio do Planalto, o que implica claro apoio a seu plano de recuperação econômica.

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Governo projeta levantar R$ 120 bi em desestatizações

BRASÍLIA - As desestatizações previstas pelo governo federal têm o potencial de levantar recursos de pelo menos R$ 120 bilhões, segundo levantamento feito pelo ‘Estado’ com base nas estimativas do próprio governo. Esse reforço nas contas virá de concessões, privatizações, vendas de ativos, securitizações e aberturas de capital, medidas que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, chamou de “Plano B” da gestão da economia – o “Plano A” seria o corte de gastos e o “C” o aumento de impostos.

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Gastos ditos sociais requerem auditoria permanente

Trata-se de um chavão dizer que as crises criam oportunidades, mas é verdade. O Brasil, nos 13 anos de lulopetismo, principalmente a partir da eclosão da crise mundial em fins de 2008, aplicou, por inspiração ideológica, um receituário heterodoxo encharcado de intervencionismo estatal e, por isso, explodiu as finanças internas.

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Nota Técnica da CNM evidencia número de UBS paralisadas no país

Pref. Batatais/SPO Programa de Requalificação de Unidades Básica de Saúde (UBS), conhecido como Requalifica UBS, foi o tema de uma nota técnica publicada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). Segundo dados do material, das 27.039 UBS vigentes entre o período de 2009 a 2015, mais de 40% estão paradas com pendências.

Instituído no ano de 2011, o Programa Requalifica UBS é uma estratégia do Ministério da Saúde para estruturar e fortalecer a atenção básica de saúde. A iniciativa busca oferecer incentivo financeiro para a ampliação, construção e reforma dessas Unidades. Contudo, antes do Requalifica UBS, em 2009, já existia o Plano Nacional de Implantação de Unidades Básicas de Saúde com a mesma proposta.

A Confederação analisou os dados do Sistema de Monitoramento de Obras (Sismob), que reúne os registros do andamento das construções. A ferramenta permite uma visualização do que foi planejado e executado em cada obra, uma maneira de confirmar a aplicação dos recursos e o cronograma.

Em um período de seis anos, desde 2009 até 2015, o Sismob registrou um total de 27.039 obras vigentes. O número de propostas aumenta consideravelmente até chegar no seu ápice, em 2013. Nesse ano, foram liberados recursos para 10.822 UBS, das quais 5.397 eram referentes à construção de novas unidades, 2.656 para ampliação de capacidade e 2.769 para reformas.

Como nota a entidade, os investimentos federais são reduzidos em 2014, quando o número de UBS que receberam recursos cai vertiginosamente de 10.822 para 1.788. No ano seguinte, esse corte fica ainda mais evidente, já que apenas 910 Unidades foram contempladas com repasses federais.

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Governo Temer se ajeita e joga pelo resultado

Pouco mais de dois meses após tomar posse, o governo Temer vai se ajeitando e começa a melhorar na reta final de sua primeira batalha decisiva: o julgamento do impeachment de Dilma Rousseff. Como diriam os cronistas esportivos, sobe de rendimento na hora certa. Não chega a ser um desempenho que encante a galera, que se mostra mais confiante com o novo técnico do país, mas ainda está com um pé atrás sobre seu potencial.

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