'Redes sociais não têm o poder de eleger ninguém'
O diretor de Comunicação e Marketing da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Marcos Facó, especializado em marketing digital pela Universidade de Harvard, tem uma má notícia para quem enxerga nas redes sociais o caminho para uma vitória eleitoral: “As agências de marketing e consultorias querem criar um novo mercado e ficam alimentando um mito em torno do poder das redes sociais em uma eleição. Elas são só mais uma ferramenta. Não têm o poder de eleger ninguém”.
Eleição presidencial já tem 11 pré-candidatos
Igor Gadelha, Isadora Peron, Carla Araújo, Valmar Hupsel Filho e Pedro Venceslau, O Estado de S.Paulo
09 Março 2018 | 05h00
A cinco meses para o início do registro das candidaturas, a corrida eleitoral deste ano começa a ganhar forma e já reúne pelo menos 11 postulantes ao Palácio do Planalto colocados oficialmente. Nesta quinta-feira, 8, os nomes do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) foram lançados por seus partidos.
STF decide nesta quarta-feira se TREs podem cassar diploma de políticos eleitos
O Supremo Tribunal Federal (STF) deverá julgar nesta quarta-feira (7) se os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), cortes de segunda instância da Justiça Eleitoral nos estados, podem cassar o diploma e levar à perda do mandato governadores, senadores, deputados federais e estaduais eleitos.
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Não é justo falar mal de Bolsonaro e alisar eleitor
Depois de examinar o discurso de Jair Bolsonaro que, por frequentar o topo das pesquisas eleitorais, representa o que parte da plateia vê de melhor na corrida sucessória, uma conclusão se impõe: um pedaço expressivo do eleitorado brasileiro parou de evoluir. No Brasil, o bom senso virou uma grande utopia.
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Limite às pesquisas eleitorais
O Estado de S.Paulo
07 Março 2018 | 03h00
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) baixou uma resolução segundo a qual as pesquisas destinadas a verificar a intenção de voto para a eleição deste ano não podem fazer “indagações a respeito de temas não relacionados à eleição”. A vedação é vaga o suficiente para que sobre ela caiba qualquer interpretação, acarretando potencial prejuízo à liberdade de informação, absolutamente necessária para que o eleitor consiga formar opinião sobre os candidatos antes de escolher em quem vai votar.

