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Na pesquisa espontânea, Bolsonaro ultrapassa Lula pela primeira vez

O nome do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) ultrapassou pela primeira vez o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na pesquisa espontânea do instituto Datafolha, divulgada neste domingo.

Neste tipo de levantamento, em que os entrevistados indicam suas intenções de voto sem ver nenhuma lista de candidatos, Bolsonaro tem 12% enquanto Lula soma 10%.

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Pessimismo com economia carboniza Meirelles

Henrique Meirelles, o presidenciável do MDB, precisa se benzer. No domingo, descobriu que dispõe no máximo de 1% das intenções de voto, que a impopularidade de Michel Temer explodiu para 82% e que 92% dos eleitores jamais votariam num candidato apoiado pelo presidente. Nesta segunda, o Datafolha informa que 72% dos brasileiros avaliam que a situação da economia piorou nos últimos meses. O novo dado cai sobre o projeto presidencial do ex-ministro da Fazenda como uma espécie de pá de cal.

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Num país agitado, candidatos viáveis são poucos e rodados

Pouco antes da fase decisiva da campanha, não poderia haver teste de estresse mais desafiador para o desempenho dos presidenciáveis do que a comoção nacional provocada por caminhoneiros.

Pelo tipo da revolta —pequenos proprietários sem organização vertical a exigir ordem no país e proteção para sua renda— e pelo vasto apoio da população indisposta com o status quo, o quadro favorecia plataformas de direita e antiestablishment.

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Pesquisa com Lula tem valor?

Por Helio Gurovitz

 

A pesquisa Datafolha divulgada ontem traduz a dificuldade de medir a preferência do eleitor num cenário em que o PT insiste na candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mesmo sabendo que ele, condenado em segunda instância e preso em Curitiba, deverá ser impedido de se candidatar.

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Número de nanicos na disputa presidencial cairá à metade após a Copa

 

RIO - O cenário político incerto, as ambições pessoais e a estratégia dos partidos ainda alimentam o quadro fragmentado da disputa presidencial, que deve persistir até o começo de julho. Até lá, dirigentes partidários e concorrentes que se anunciam pré-candidatos a presidente não veem motivos para abrir mão da possibilidade de concorrer. Quando passar a Copa do Mundo, porém, ao menos seis dos atuais 13 pré-candidatos com no máximo 1% das intenções de voto nas pesquisas farão os primeiros movimentos de desistência.

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