Alckmin visita Nordeste pela primeira vez e tem teste no "quintal" de Lula
A primeira agenda de Geraldo Alckmin no Nordeste foi em Pernambuco, terra de Lula (PT) e onde possui 3% das intenções de voto, segundo pesquisa JC/Ibope/Rede Globo divulgada no último dia 21. Para não correr riscos no primeiro teste de popularidade, nada de ousadia. O tucano foi a Petrolina, no Sertão, recebido pelo grupo político que administra a cidade, liderado pelo senador Fernando Bezerra Coelho (MDB). Visitou fábrica de processamento de frutas da região, conferiu plantação de uvas, foi à beira do rio São Francisco e se reuniu com empresários locais.
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Traições agravam a anemia eleitoral de Alckmin
Já debilitada pela pulverização eleitoral, a candidatura de Geraldo Alckmin enfrenta uma das moléstias mais antigas e insidiosas da política: a traição. A fuga de supostos aliados agrava o quadro de anemia que mantém Alckmin na exasperante zona de um dígito no termômetro das pesquisas.
Oportunista, a traição instala-se de mansinho. Quando a vítima cai em si, há feridas abertas em toda parte. Num único dia, quinta-feira (23), Alckmin sentiu a ponta do punhal espetar-lhe as costas um par de vezes.
Na cidade paulista de Glicério, o prefeito tucano Ildo de Souza, o Ildo Gaúcho, subiu no palanque de Jair Bolsonaro, um filho da terra. Eleito em 2016 com o apoio de Alckmin, o alcaide agora espinafra o ex-aliado.
Ildo Gaúcho ataca Alckmin por ter encostado sua candidatura nos partidos tóxicos do centrão. O jornal Valor registrou sua fala: “Cada um faz suas escolhas e coligações, mas depois colhe os votos do que plantou”, disse, em meio a elogios a Bolsonaro.
Como o PT sobrevive
Em sua coluna na revista Época desta semana, Helio Gurovitz cita o livro Partisans, antipartisans, and nonpartisans (Partidários, antipartidários e não partidários), de David Samuels e Cesar Zucco, para entender a força que o PT mantém no Brasil, mesmo após o mensalão, o petrolão e o impeachment.
Bolsonaro defende uso de força para impedir ocupações

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO — O candidato Jair Bolsonaro (PSL) defendeu na manhã desta sexta-feira, em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, que os donos de terras usem a força para impedir tentativas de ocupações em suas propriedades e não sejam processados por isso. O presidenciável afirmou que a sua proposta de excludente de ilicitude para policiais, popularmente conhecida como "licença para matar em serviço", seja ampliada para os produtores rurais.
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Farda e toga fora da propaganda eleitoral
A Lei Eleitoral proíbe “o uso, na propaganda eleitoral, de símbolos, frases ou imagens associadas ou semelhantes às empregadas por órgão de governo, empresa pública ou sociedade de economia mista”.


