Fernando Hugo lamenta corte de beneficiados do Bolsa Família
Deputado Fernando HugoFoto: Máximo Moura
Ferreira Aragão avalia situação hídrica do Ceará
Deputado Ferreira AragãoFoto: Máximo Moura
Após cinco anos consecutivos de estiagem, o parlamentar lamentou que o período chuvoso deste ano não foi tão bom quanto o esperado, deixando os reservatórios em limite crítico de armazenamento. “Infelizmente não conseguimos a água que esperávamos e as ações desenvolvidas pelo Governo não resolverão o problema por muito tempo”, avaliou.
Leonardo Araújo critica fechamento de serviço de mastologia em Gonzaguinha
Deputado Leonardo AraújoFoto: Máximo Moura
Renato Roseno comenta PEC da reforma política
Campanha Ceará sem Drogas chega a Ocara nesta quinta
Heitor Férrer lamenta situação de pobreza no Brasil
Deputado Heitor FérrerFoto: Máximo Moura
Secretário afirma na AL que Estado investiu mais de R$ 1 bi em recursos hídricos
Para o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Zezinho Albuquerque (PDT), as informações apresentadas no Parlamento trazem “alívio à população”. “Muito bom saber que o Governo não está parado no que diz respeito à gestão hídrica do nosso Estado, e essas ações certamente irão garantir o abastecimento das cidades e facilitar o convívio com a seca”, avaliou.
Demagogia: comissão do Senado, tucano à frente, aprova projeto que torna crime rever meta fiscal
O país, às vezes, passa por algumas bizarrices. Pouca gente se lembra, mas a Constituinte estabeleceu um teto para os juros: 12% ao ano. E, como a redação e as mentes eram confusas, entendia-se tratar de juros reais, o que, se posto em prática, pelo texto, seria um descalabro. Para vocês terem uma ideia, o país que paga hoje as taxas reais mais altas do mundo — isto é, descontando-se a inflação — é a Rússia: 4.59%. A Turquia vem em seguida, com 3,93%. E o Brasil está em terceiro lugar, com 3,71% em julho, com a taxa Selic a 9,25%. Sim, na década de 90, o Brasil teve de pagar juros reais acima de 20%. Nos anos 2000, caiu para a faixa de 10%. No momento, estamos abaixo de 5%.
PEC que cria distritão e fundo eleitoral está pronta para ir a plenário
Isadora Peron e Felipe Frazão, O Estado de S.Paulo
15 Agosto 2017 | 14h12
BRASÍLIA - Uma das comissões especiais que debatem a reforma política na Câmara encerrou na tarde desta terça-feira, 15, a análise sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC) que instituiu o chamado distritão e a criação do fundo público de R$ 3,6 bilhões para financiamento da campanha. O texto agora está pronto para ir à votação no plenário. A previsão é que isso aconteça somente na próxima semana, pois não há consenso sobre os temas aprovados.
Câmara tenta driblar fim da cláusula de barreira na reforma política

BRASÍLIA - Um dos aspectos mais criticados do sistema eleitoral em vigor é a previsão de coligações entre partidos sem nenhuma afinidade nas eleições para deputados e vereadores. Este modelo está prestes a ser extinto na atual reforma política, mas um dispositivo da proposta abre brecha para que as siglas se unam, embora seguindo regras mais restitivas, auxiliando legendas menores que serão afetadas pela chamada cláusula de barreira.




