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Cajucultura decadente ainda aguarda apoio do Governo

CAJU

 

Apesar da aprovação do Fundo de Apoio à Cultura do Caju (Funcaju), pelo governo da então presidente Dilma Rousseff, em 2013 – que beneficiaria a agroindústria do caju no Ceará e no Nordeste –, a cajucultura ainda aguarda a liberação dos recursos para soerguer a produção regional. Segundo o Sindicato dos Produtores de Caju do Ceará (Sincaju), passados três anos de sancionado, nenhum centavo foi repassado até o momento, prejudicando a agroindústria do caju no Estado, que está distribuída em torno de 40 municípios, dos polos de Aracati, Pacajus, Itapipoca e Camocim.

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Economia brasileira está como a de um país em guerra civil', diz professor do MIT

Roberto Rigobon, professor do MIT
Roberto Rigobon, professor do MIT(mitsloan.mit.edu/Reprodução)

O Brasil não está em guerra civil, mas o estado atual de sua economia é como o de um país conflagrado, de acordo com Roberto Rigobon, professor de economia aplicada do Massachusetts Institute of Technology (MIT). "Em uma guerra civil é assim: há muita inflação e a economia se estanca", diz. "Na economia, o governo Dilma foi catastrófico."

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Dilma tem 200 funcionários à sua disposição

De jardineiros, camareiras, copeiros e garçons a fotógrafos e assessores políticos, Dilma Rousseff tem cerca de 200 funcionários à sua disposição: 160 no Palácio da Alvorada, 7 no escritório político em Porto Alegre e o restante na Granja do Torto. O governo estuda como enxugar a gigantesca estrutura. RADAR ON LINE / VEJA

Para acabar com as "meias-entradas"

PELO FIM DO AJUSTE

 

A luta contra os privilégios estabelecidos no Estado brasileiro é o maior desafio do país. Num artigo extenso e fundamental, publicado ontem no jornal Folha de S.Paulo, os economistas Marcos Lisboa e Samuel Pessôa estimam em 5,6% do Produto Interno Bruto (PIB) nosso desequilíbrio fiscal – metade equivale ao déficit primário e metade é necessária para impedir a dívida pública de crescer.

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Corte nas viagens de Dilma foi resposta aos ataques de petistas

BRASÍLIA - Cansado dos ataques da presidente afastada Dilma Rousseff e do cerco que os petistas e seus liderados estão fazendo à sua família e à sua casa, em São Paulo, o presidente em exercício Michel Temer decidiu partir para o enfrentamento.O primeiro sinal de que Temer mudou seu comportamento foi o parecer da Casa Civil preparado na semana passada regulamentando os direitos da presidente afastada. Além de cortar viagens com aviões da FAB para outros locais que não Porto Alegre, o Planalto decidiu que só Dilma terá direito a utilizar o cartão de crédito corporativo para suas despesas pessoais. Quando estavam na Presidência, alguns dos auxiliares dela também utilizavam o cartão.

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Coluna Fábio Campos, no O POVO

Acham que o Petrolão é o maior escândalo de corrupção da história do mundo moderno? Provavelmente sim, mas convém não isolar os casos relacionados à Petrobras dos outros propinodutos montados em diversas estatais. Tudo estava sob um mesmo guarda-chuva, sob o mesmo governo, sob a mesma orientação política e, enfim, sob o mesmo método. Portanto, os escândalos devem ser somados.

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A extensão da crise fiscal - O ESTADO DE SP

É nos municípios, a ponta financeiramente mais vulnerável do setor público, que a crise fiscal exibe sua face mais cruel para a população. Sem dinheiro em caixa e na maior parte dos casos sem possibilidade de recorrer a financiamentos, as prefeituras atrasam pagamentos, inclusive de salários dos funcionários, e cortam os serviços que precisam prestar. Umas reduzem o horário de expediente das repartições públicas, outras suspendem serviços ou interrompem obras. Nem assim, porém, a maioria delas consegue equilibrar suas contas.

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A crise nada invisível dos estados

Numa turbulência econômica de proporções cataclísmicas e históricas pela qual o país passa, deflagrada por erros de políticas definidas e aplicadas pelo governo central, e tudo isso em meio a um processo de impeachment da presidente, é inevitável que as atenções se concentrem em Brasília — no Executivo, no Legislativo e no Judiciário, muito acionado no embate político que acompanha todo o imbróglio.

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Medo de grampos leva políticos a esconder celulares e tirar ternos

O ministro abriu a porta do gabinete e, antes mesmo de dar bom dia, perguntou: "O que é que você quer ouvir?". Não esperou a resposta. Colocou jazz para tocar no aparelho de som. Mas a música não importava. Também ligou a TV e se certificou de que as cortinas estavam fechadas. "Criminalizaram a conversa em Brasília. Agora, só recebo gente assim." A cena, presenciada pela reportagem da Folha, é um reflexo do estado permanente de tensão em que vivem autoridades de todas as esferas do poder de Brasília, do Executivo, do Legislativo e do Judiciário.

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Brasil perde R$ 151 bilhões por ano por má infraestrutura

Operários trabalham em obras de construção da Ferrovia Transnordestina na cidade de Salgueiro, em Pernambuco
Operários trabalham em obras de construção da Ferrovia Transnordestina na cidade de Salgueiro, em Pernambuco(Nilton Fukuda/AE/VEJA)

A cada ano que o Brasil deixa de investir o mínimo necessário para manter a infraestrutura existente, a economia perde R$ 151 bilhões - valor próximo ao déficit primário calculado para o País em 2016. O resultado dessa conta, feita pela consultoria GO Associados, é perverso: além de manter um transporte de má qualidade e uma oferta restrita de serviços públicos, o baixo investimento no setor representa menos emprego e renda para a população e menos dinheiro nos cofres do governo.

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