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O Censo da Educação Básica

O Estado de S. Paulo

19 Fevereiro 2018 | 03h00

Divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) com base em dados de 2017, o Censo Escolar da Educação Básica – que compreende o ensino infantil, o ensino fundamental e o ensino médio – apresenta três informações importantes.

A primeira é a queda no total de alunos desses três ciclos, que passou de 48,8 milhões, em 2016, para 48,6 milhões, no ano passado. No ensino médio, que tem 7,9 milhões de alunos, dos quais 84,8% estudam em escolas públicas, a queda foi de 2,5%.

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Governo analisará eventuais demandas em segurança de outros Estados, diz Torquato

Carla Araújo, O Estado de S.Paulo

18 Fevereiro 2018 | 22h22

Brasília - Ao lado do presidente do Senado, Eunício Oliveira, e do diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, o ministro da Justiça, Torquato Jardim, afirmou na noite deste domingo, 18, que o governo federal vai analisar eventuais demandas de outros Estados em relação à Segurança Pública. 

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Temer anuncia força-tarefa e envia 36 homens ao CE para combate ao crime organizado

Juliana Diógenes, O Estado de S.Paulo

18 Fevereiro 2018 | 16h19 
Atualizado 18 Fevereiro 2018 | 16h30

O presidente Michel Temer determinou o envio de uma força-tarefa policial ao Ceará para dar apoio às forças de segurança do Estado nas ações de combate ao crime organizado. 

A ação ocorre 20 dias após uma chacina que deixou 14 pessoas mortas no bairro de Cajazeiras, em Fortaleza.  A chacina – a maior da história do Ceará – estaria ligada à guerra de facções criminosas. Em nota, o Ministério da Justiça afirmou que a força-tarefa é um "reforço às operações conjuntas de inteligência e diante dos últimos acontecimentos". 

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Temer vai criar Ministério da Segurança Pública por MP

 

O presidente Michel Temer bateu o martelo na criação do Ministério da Segurança Pública e o fará por Medida Provisória, segundo disse uma fonte à Coluna. Ele informou de sua decisão a colaboradores mais próximos.  A nova pasta esvazia o Ministério da Justiça e terá no seu guarda-chuva a Polícia Federal.

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Em resposta à pressão dos estados, Planalto quer plano nacional de segurança pública

Tânia Monteiro, O Estado de S. Paulo

05 Fevereiro 2018 | 22h14

BRASÍLIA - Em resposta à pressão dos estados, o governo federal vai lançar a Política Nacional de Segurança Pública, que tem como meta de curto prazo "integrar o sistema de inteligência da União e dos Estados", com objetivo de "atingir a espinha dorsal do crime organizado", "reduzindo o fluxo financeiro do tráfico", "como forma de asfixiá-lo".

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Dilma abriu crédito extra para pagar auxílio-moradia

Coluna do Estadão

06 Fevereiro 2018 | 05h30

Foto: André Dusek/Estadão

Na contramão das críticas petistas em relação ao pagamento de auxílio-moradia para o Judiciário, a ex-presidente Dilma Rousseff abriu, em um dos seus últimos atos de governo, em 2016, um crédito extraordinário de R$ 419,4 milhões para gastos com residências de membros dos Poderes Judiciário e Legislativo, além da Defensoria Pública da União e do Ministério Público da União. À época, Dilma justificou o envio da medida provisória “pelo fato de que o não pagamento dessas despesas inviabilizaria o regular funcionamento dos poderes”.

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‘Eu já fiz a minha parte

Carla Araújo e Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo

02 Fevereiro 2018 | 00h02

BRASÍLIA - Com dificuldade em conseguir apoio para aprovar a reforma da Previdência, o presidente Michel Temer disse que já fez sua parte e que é preciso convencer a população para ter apoio do Congresso à proposta, principal pilar de sua agenda de ajuste fiscal. “Eu já fiz a minha parte nas reformas e na Previdência”, disse Temer em entrevista ao “Estadão/Broadcast”. “Agora é preciso convencer o povo, porque o Congresso sempre ecoa a vontade popular”, completou. Temer lembrou que tem participado de programas populares para tentar diminuir a resistência da população em torno do tema.

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‘Eu já fiz a minha parte nas reformas e na Previdência’,

Carla Araújo e Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo

02 Fevereiro 2018 | 00h02

BRASÍLIA - Com dificuldade em conseguir apoio para aprovar a reforma da Previdência, o presidente Michel Temer disse que já fez sua parte e que é preciso convencer a população para ter apoio do Congresso à proposta, principal pilar de sua agenda de ajuste fiscal. “Eu já fiz a minha parte nas reformas e na Previdência”, disse Temer em entrevista ao “Estadão/Broadcast”. “Agora é preciso convencer o povo, porque o Congresso sempre ecoa a vontade popular”, completou. Temer lembrou que tem participado de programas populares para tentar diminuir a resistência da população em torno do tema.

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‘Eu já fiz a minha parte nas reformas e na Previdência’, afirma Temer

Carla Araújo e Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo

02 Fevereiro 2018 | 00h02

BRASÍLIA - Com dificuldade em conseguir apoio para aprovar a reforma da Previdência, o presidente Michel Temer disse que já fez sua parte e que é preciso convencer a população para ter apoio do Congresso à proposta, principal pilar de sua agenda de ajuste fiscal. “Eu já fiz a minha parte nas reformas e na Previdência”, disse Temer em entrevista ao “Estadão/Broadcast”. “Agora é preciso convencer o povo, porque o Congresso sempre ecoa a vontade popular”, completou. Temer lembrou que tem participado de programas populares para tentar diminuir a resistência da população em torno do tema.

Reforma da Previdência
Dia 27 de janeiro - Temer no Programa Amaury Jr. Foto: Marcos Correa/PR

O presidente afirmou ainda que avaliará, junto com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se o texto será colocado em pauta no dia 19 de fevereiro, mesmo sem a certeza dos 308 votos necessários para aprovação. “Nós vamos insistir muito na reforma da Previdência. Agora, de fato, é preciso ter votos. Nós temos duas, três semanas para fazer a avaliação se temos votos ou não e depois decidimos se vamos votar de qualquer maneira ou não”.

Integrantes do governo colocaram fevereiro como a única alternativa para votar a reforma. Antes, alguns aliados de Temer defendiam que a reforma fosse colocada em votação em novembro, depois das eleições, o que aumentaria, na visão deles, as chances de o texto ser aprovado, porque os parlamentares não teriam mais de votar tema tão impopular temendo a punição nas urnas.

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse que se a reforma não for votada em fevereiro, o governo não tem a intenção de insistir nessa pauta indefinidamente. “Tem momentos em que a batalha tem de parar, e achamos que é em fevereiro”, disse. “Se passar de fevereiro, não podemos ficar com essa pauta de forma indefinida. Mas estamos com fé de que vamos construir condições para votar a reforma em fevereiro.”

Reforma da Previdência
Dia 28 de janeiro - Temer no Programa Silvio Santos Foto: Alan Santos/PR

Alterações. De acordo com o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, o relator da reforma, Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), vai apresentar no dia 6 de fevereiro, o texto da reforma com algumas alterações, como uma última cartada para a aprovação. Em visita ao Rio de Janeiro para buscar apoio, Marun afirmou ainda acreditar que o governo conseguirá os “40 a 50” votos que precisa para atingir os 308 necessários.

Já nas contas do deputado Rogério Rosso (PSD-DF), um dos vice-líderes do governo na Câmara, há hoje no máximo 240 votos, e o governo não chegará “em nenhuma hipótese” ao número de votos necessários para aprovar a proposta. Ele afirmou ter feito um apelo ao presidente para adiar a votação e não marcar nova data. “A Previdência está cada vez mais longe de ser aprovada”, afirmou. Rosso, cuja base do eleitorado é de servidores públicos, se colocou na linha de frente para negociar com o governo propostas de interesse das categorias do funcionalismo na reforma. O deputado disse que os servidores querem discutir no texto a regra de transição, pensão por morte e tratamento especial para profissionais que atuam em atividade de risco, como policiais.

Reforma da Previdência
Dia 29 de janeiro - Temer no Programa do Ratinho Foto: Alan Santos/PR

O deputado Beto Mansur (PRB-SP), também vice-líder do governo na Câmara, porém, rebateu as declarações de Rosso. Disse que o governo manterá a apreciação da proposta em fevereiro. “Temer não vai recuar de jeito nenhum.” / COLABORARAM DAIENE CARDOSO, IGOR GADELHA E DENISE LUNA

Sem reforma, país corre risco de repetir hiperinflação ou calote

RIO - Ao avaliar as consequências de se deixar de aprovar a reforma da Previdência, o economista José Márcio Camargo, da PUC-Rio, recorre a um atlas particular de Estados que viveram apuros fiscais extremos na história recente: Grécia, Portugal, Venezuela e Rio.

 

— Não precisamos sequer ir à Grécia. É muito mais simples vir ao Rio. O que está ocorrendo aqui é o que vai acontecer, sem dúvida (com o país, sem a reforma) — disse o especialista da PUC-Rio, no evento “E agora, Brasil?”. — No caso de Portugal, as aposentadorias foram cortadas em 30%, porque não fizeram o que tinha que ser feito.

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