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Temer diz que ações de apoio à segurança não devem ficar apenas no Rio de Janeiro

Carla Araújo e Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo

27 Fevereiro 2018 | 13h28

BRASÍLIA - Ao criar o 29º ministério de seu governo, o presidente Michel Temer disse que tem contado com ampla cooperação das Forças Armadas, que a intervenção na segurança do Rio foi "democrática" e não descartou ajudar outros Estados que necessitarem de apoio na área da segurança. 

Cerimônia de posse
Cerimônia de Posse do Ministro Extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann Foto: Marcos Corrêa/Presidência

"Só chegamos à intervenção parcial no Rio de Janeiro -- porque ela é parcial e democrática - porque está amparada pelo texto constitucional e é uma intervenção civil, de forma acordada com o governador (Luiz Fernando Pezão)", afirmou o presidente, dizendo que a criação da pasta "enaltece o diálogo" "numa linha de quem despreza o autoritarismo". 

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PREFEITA ENTREGA FARDAS NO 1º DIA DE AULA EM CANINDÉ

ROSARIO ENTREGA FARDAS

 

DIA 15, agora a pouco, no começo da manhã, a Prefeita de Canindé Rozário Ximenes, esteve no prédio da antiga CNEC, atualmente Escola Municipal São Francisco, entregando o fardamento dos alunos, inaugurando o Ano Letivo 2018. Os alunos chegaram à paisana, mas estão recebendo das mãos da Prefeita e já vestem o vestuário padronizado em verde e branco.

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O prefeito-catraca

Em quase 14 meses no cargo, o prefeito Marcelo Crivella deu seguidas provas de não ter a mínima ideia de como administrar a cidade. A responsabilidade parece lhe dar medo. O trabalho, causar paralisia.

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A guinada populista de Temer

presidente desiste da agenda reformista e decide jogar para a plateia com uma intervenção estabanada no Rio de Janeiro. Michel Temer espantou os meios políticos e econômicos na sexta-feira 16, ao dar uma guinada radical em sua agenda: abandonou o reformismo, tão impopular quanto necessário, e abraçou o populismo, tão popular quanto desnecessário, ao decretar intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro. Com isso, começa um novo governo Temer — o terceiro em menos de dois anos. 

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Nunca antes na História deste país...

*Roberto Livianu, O Estado de S.Paulo

23 Fevereiro 2018 | 03h11

Na quarta-feira a Transparência Internacional divulgou os índices de percepção da corrupção (IPC) referentes a 2017. Foram avaliados 180 países, o que é feito desde 1996, e nunca antes na História deste país havíamos ficado em posição tão ruim: caímos do 79.º para o 96.º lugar – 17 posições. Só caíram mais a Libéria (32) e o Bahrein (33).

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Coleção de improvisos

O Estado de S.Paulo

20 Fevereiro 2018 | 03h06

A decisão do presidente Michel Temer de decretar intervenção federal no Rio de Janeiro não foi precedida de nenhum planejamento. A se acreditar nas palavras do próprio Temer, a drástica medida, inédita desde a redemocratização do País, resultou não de uma indispensável reflexão com assessores e conselheiros nem de estudos sólidos sobre a extrema complexidade do cenário da intervenção, mas apenas da aflição de alguns dos auxiliares próximos do presidente com os “fatos dramáticos” registrados pelo noticiário durante o carnaval no Rio – ainda que os crimes desse período não tenham diferido, em quantidade e em violência, do que infelizmente vem acontecendo diariamente, há tempos, naquele Estado. A decisão de Temer, tenha ela sido motivada por esse espírito impulsivo ou por sabe-se lá que considerações de caráter político, tem sido até aqui uma coleção de improvisos.

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Temer viveu no domingo a síndrome do 1º morto

A intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro alterou sensivelmente a rotina de Michel Temer. Em vez de votar a reforma da Previdência, como estava previsto, a Câmara analisará nesta segunda-feira (19) o decreto da intervenção. E o presidente estava mais preocupado neste domingo com o sistema carcerário fluminense do que com o Legislativo. Na expressão de um ministro que conversou com o blog na madrugada desta segunda, “o presidente viveu a síndrome do primeiro morto.”

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Temer recebe marqueteiros para discutir intervenção no Rio

Por Andréia Sadi, Brasília

O presidente Michel Temer se reuniu neste domingo (18), no Palácio do Alvorada, com seu marqueteiro Elsinho Mouco e com o cientista político e especialista em marketing Antonio Lavareda para avaliar a intervenção federal no Rio de Janeiro.

O presidente discute há dias com seus principais conselheiros e assessores a melhor estratégia de comunicação para capitalizar politicamente e usar a intervenção no Rio, decretada na última sexta-feira (16), para melhorar a sua imagem junto à população.

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A recuperação vai se consolidando

O Estado de S. Paulo

19 Fevereiro 2018 | 03h00

O quadro de recuperação da economia nacional fica mais claro, e quase completo, com a reação do setor de serviços, ainda lenta e restrita. No Brasil, a evolução dos serviços normalmente reflete, com algum atraso, o avanço da indústria, da agropecuária e do comércio de bens. O setor tem grande peso na composição do Produto Interno Bruto (PIB), mas seu vigor depende do dinamismo dos demais. Em outros países, segmentos como turismo, finanças, call centers e transportes, para citar alguns exemplos bem conhecidos, têm vida própria e são geradores importantes de receita em moeda estrangeira. Podem prosperar mesmo quando outras áreas de atividade vão mal. Não é, pelo menos até agora, o caso do Brasil, onde a produção material se mantém como a principal fonte de movimento e vigor para todo o sistema.

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