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T vai ao TSE para ter dublê de Lula em sabatina

O PT protocolou no Tribunal Superior Eleitoral, nesta quinta-feira, uma representação contra UOL, Folha e SBT. Nela, o partido pede ao tribunal uma decisão liminar que obrigue os três veículos de comunicação a incluir Lula, preso em Curitiba desde 7 de abril, num ciclo de sabatinas com presidenciáveis. Assina a peça a senadora Gleisi Hoffmann (PR), presidente nacional da legenda. O PT reconhece no documento que seu hipotético candidato enfrenta ''condições adversas que hoje impedem a locomoção”, eufemismo para cadeia. Mas alega que, como líder nas pesquisas, o preso tem o ''direito'' de ser representado na sabatina por um dublê, a ser indicado pelo partido.

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Ciro paz-e-guerra

Desde a redemocratização, alguns candidatos se notabilizaram por concorrer repetidas vezes à Presidência. Nomes como Lula, Eymael, Levy Fidelix, Enéas e José Maria de Almeida.

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Meirelles: aliança com PSDB só é possível se tucanos aceitem candidatura a vice

Enquanto o presidente Michel Temer negocia uma aproximação com o PSDB para as eleições de outubro, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles disse nesta quarta-feira, 9, que uma aliança com os tucanos só é possível se o partido do ex-governador Geraldo Alckmin aceitar a vaga de vice em uma chapa encabeçada pelo MDB.

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Steinbruch se filia ao PP e vira opção de vice de Ciro Gomes

Igor Gadelha e Sonia Racy, O Estado de S.Paulo

10 Maio 2018 | 00h07

BRASÍLIA - O empresário Benjamin Steinbruch, dono do grupo Vicunha Têxtil e da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), se filiou ao PP. A filiação é parte de uma articulação para fazer do empresário uma opção de candidato a vice-presidente na chapa do ex-governador cearense Ciro Gomes (PDT), de acordo com quatro fontes ouvidas pelo Estadão/Broadcast, sendo duas do PP, uma do PDT e outra do DEM.

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Sem vaga para “o novo” na sucessão de Temer

“Anotem para me cobrar depois: o ex-ministro Joaquim Barbosa tem tudo para ser o Jânio Quadros do século XXI”. (Post publicado no twitter deste blog no último dia 21 de abril, às 19h31m).

Quando candidato a presidente da República, em 1960, Jânio Quadros renunciou. Mais tarde renunciou à renúncia e se elegeu com larga margem de votos. Uma vez empossado, renunciou seis meses depois.

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