Busque abaixo o que você precisa!

Funcionalismo inchado e caro - O ESTADO DE SP

O governo Dilma Rousseff bateu mais um recorde. Em 2015, o peso das despesas com o pagamento dos servidores públicos federais foi o maior em 17 anos. Segundo dados do Ministério do Planejamento, o governo gastou 39,2% de suas receitas com a folha de pagamento do funcionalismo federal. Ainda que o porcentual não ultrapasse os limites legais – desde o ano 2000, a Lei de Responsabilidade Fiscal determina que o governo só possa gastar até 50% de suas receitas correntes líquidas com a folha de pagamento –, trata-se de mais um dado a confirmar a triste situação das finanças públicas do governo federal.

Leia mais...

Auditoria no Pronatec aponta falha na análise de prestação de contas

Auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) cobra do Ministério da Educação (MEC) aperfeiçoamento no controle da aplicação dos recursos. Em um dos pontos do relatório apresentado na quarta-feira (27), o TCU considera em sua amostra junto às instituições participantes do programa que houve ausência de análise das prestações de contas apresentadas.

Leia mais...

Brasil patina porque gasta muito e mal, indica estudo

A combinação entre gastos públicos elevados e pouco eficientes tem freado o crescimento do Brasil. É o que indica um estudo do banco Credit Suisse que analisa o patamar das despesas do governo de diferentes países, a expansão de suas economias e os resultados alcançados por suas políticas.

Leia mais...

Gastos com pessoal extrapolam limite

Mesmo os Estados que estão em dia com a folha de pagamento correm o risco de nos próximos meses entrar para o grupo dos inadimplentes. Um estudo feito pelo economista Raul Velloso, consultor em contas públicas, mostra que os gastos com pessoal e serviço da dívida extrapolam os limites desejáveis para manter as contas em dia.

Leia mais...

Temer monta seu governo: “Quero entrar para a história” - VEJA

Por: Robson Bonin e Daniel Pereira - Atualizado em 

ALIANÇAS: O vice-presidente já escolheu os nomes que comandarão os principais ministérios
ALIANÇAS: O vice-presidente já escolheu os nomes que comandarão os principais ministérios(Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)

Eram 13 horas da quinta-­feira passada quando o vice-presidente da República, Michel Temer, cortou um pedaço do queijo branco sobre a mesa de reuniões da antessala de seu gabinete no Anexo II do Palácio do Planalto. Prestes a se tornar presidente da República, o peemedebista mal tem tempo para se alimentar e já perdeu 2 quilos e meio. Enfrenta uma maratona diária de reuniões com políticos, conselheiros, antigos aliados e candidatos a novos amigos, todos dispostos a ocupar um lugar de destaque em seu governo.

Leia mais...

A couve e o carvalho

Com Temer ou com Dilma, o ajuste da economia será duro. É o sombrio prognóstico de economistas ouvidos pela imprensa, ansiosa por antecipar as diretrizes planejadas pelo dr. Michel Temer, o constitucionalista que responderá, na Presidência da República, pela reconstrução da economia após uma década de demolição.

Leia mais...

Temer quer fim de recesso para acelerar impeachment

Mesmo antes da votação pelo Senado do afastamento da presidente Dilma Rousseff, interlocutores do vice-presidente Michel Temer começaram a articular com parlamentares a suspensão do recesso parlamentar do meio do ano. O objetivo é acelerar o julgamento final da petista pelo plenário e tentar votar o máximo do pacote de medidas econômicas que deverá ser encaminhado pelo peemedebista ao Congresso até o início da campanha eleitoral nos municípios, prevista para começar em 16 de agosto.

Leia mais...

Sete Brasil deve R$ 5,3 bi ao Banco do Brasil e à Caixa

Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal concentram 27% da dívida de R$ 19,3 bilhões da empresa de sondas Sete Brasil, que deu entrada com pedido de recuperação judicial nesta sexta (29). Juntos, os dois bancos estatais têm crédito de R$ 5,3 bilhões com a empresa, valor maior do que os R$ 4,9 bilhões devidos pela Sete aos bancos privados Santander, Itaú e Bradesco.

Leia mais...

Governo troca investimento de R$ 100 milhões na Eletrobras por publicidade

A presidente Dilma Rousseff enviou ao Congresso Medida Provisória alterando o orçamento para poder gastar mais R$ 100 milhões em publicidade na Presidência da República. O ato tem que ser validado pelo Congresso nos próximos seis meses, mas enquanto isso tem força de lei.

Os gastos previstos com propaganda da presidência, tanto institucional como de utilidade pública, nesta parte do orçamento era de R$ 252 milhões. Desse valor, foram pagos até agora cerca de R$ 80 milhões, segundo dados do sistema de orçamento federal.

Leia mais...

PMDB passará a controlar 107 mil cargos comissionados na engrenagem federal

O cargo de Dilma Rousseff não é o único que estará em jogo na sessão do Senado marcada para 11 de maio. Confirmada a tendência de afastamento da presidente da República, os senadores transferirão do PT para o PMDB a administração de uma fila de empregos que inclui 107 mil cargos comissionados —como são chamadas as poltronas cujos ocupantes recebem uma gratificação mensal além do salário.

Leia mais...

Compartilhar Conteúdo

444