Mercado de Caucaia – Obras de reforma devem concluídas dentro de 50 dias

O prefeito Naumi Amorim, de Caucaia (Região Metropolitana de Fortaleza), inspecionou as obras de reforma do Mercado Municipal Juaci Sampaio Pontes, situado no Centro. Na ocasião, ele conversou com permissionários, clientes e visitantes do espaço.
O equipamento está com 75% do projeto executado e o investimento global é de R$ 1,4 milhão. Prevê melhorias na segurança da coberta, que está sendo totalmente modificada, além de reforma nas quatro fachadas laterais do prédio. A intervenção deve durar mais 50 dias.
O Mercado é composto de seis galpões. Os dois centrais foram reformados na primeira etapa da obra, em 2017. Nesta segunda etapa, os quatro galpões restantes, dois do lado esquerdo e mais dois do lado direito, estão sendo trabalhados.
Para isso, toda estrutura metálica de aço danificada dos galpões I e II foi demolida e já está concluída a reforma. Nos dois galpões com obras concluídas, os técnicos estão dando suporte a pequenas manutenções hidráulicas.
Nos galpões V e VI, já foi concluída a demolição das vigas de aço e estão sendo preparados os apoios para a nova estrutura metálica da coberta. Ainda nesta semana, a Prefeitura providenciará os apoios da nova coberta. Toda a cobertura é revestida com estrutura metálica. A fachada terá engenharia ventilada. O prazo para conclusão será de 55 dias.
GOVERNO VAI CRIAR AGÊNCIA DE PUBLICIDADE DENTRO DO PLANALTO
A Secom de Jair Bolsonaro quer criar uma agência de publicidade dentro do Palácio do Planalto — uma house organ, no jargão publicitário.
O objetivo de Carlos Bolsonaro, que, mesmo sendo vereador no Rio de Janeiro, é quem está planejando à distância a propaganda do governo, é reduzir os gastos com as agências de propaganda em até 70% .
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Hoje, o Planalto tem contrato com três: Artplan, Calia e NBS.
Dois ex-assessores de Michel Temer estão encarregados de montar a agência interna do Planalto, mas não estão autorizados a falar sobre o assunto. ÉPOCA
Bolsonaro diz que aceitou ajuda de Israel para buscar desaparecidos em Brumadinho
O presidente Jair Bolsonaro, durante conversa por telefone com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu — Foto: Isac Nóbrega/Presidência da República
O presidente Jair Bolsonaro afirmou na tarde deste sábado (26) que o Brasil aceitou ajuda oferecida pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, para buscar desaparecidos na tragédia causada pelo rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Bolsonaro e Netanyahu se falaram por telefone neste sábado, horas depois de Bolsonaro ter sobrevoado a região atingida pela tragédia. Acompanhado de ministros, o presidente comandou uma reunião em Belo Horizonte, com as presenças do governador do estado, Romeu Zema, e da procuradora-geral da República, Raquel Dodge.
Em nota divulgada à imprensa, Bolsonaro afirmou que verificou a extensão causada pelo rompimento da barragem e demonstrou "tristeza, principalmente pela perda lamentável de vidas humanas".
Israel vai mandar, até domingo, avião com equipe e equipamento de resgate
Paula Reverbel, O Estado de S.Paulo
26 Janeiro 2019 | 16h01
A ajuda que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ofereceu ao presidente Jair Bolsonaro para ajudar no resgate das vítimas de Brumadinho (MG) deve decolar entre a noite deste sábado e a manhã de domingo.
Será enviada uma aeronave com equipe de cerca de 70 ou 80 pessoas, além de equipamentos especiais, de acordo com embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelly. A previsão dele é que o auxílio chegue em Minas no domingo.
"Infelizmente, temos experiência (de resgatar pessoas soterradas) devido a atentados que derrubam casas", explicou o embaixador.
Além da equipe de resgate, Israel também vai mandar dois ou três especialistas para inspecionar outras barragens e avaliar riscos de evacuar outras comunidades próximas de atividades de mineração. Segundo Shelly, a iniciativa atende um pedido de Bolsonaro.
Camilo Santana recebe Tasso, Girão e Wagner para discutir a crise de segurança

O governador Camilo Santana (PT) passou uma hora e meia reunido na sede do Governo Estadual, na noite desta sexta-feira (25), no Palácio Abolição, com parlamentares que fazem oposição ao seu governo. O tema do encontro foi a crise de segurança no Estado.
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O governador recebeu os senadores Tasso Jereissati (PSDB), Eduardo Girão (PROS) e também o deputado federal eleito Capitão Wagner (PROS). Em entrevista ao Diário do Nordeste, Wagner disse que os parlamentares irão buscar encontro com o ministro Sergio Moro e com o presidente Jair Bolsonaro (PSL) para agilizar ações já solicitadas pelo governador.
"Vimos os pedidos que o Governo do Estado fez ao Governo Federeal que não foram atendidos ainda. Combinamos com os senadores de fazer um trabalho de articulação em Brasília", disse o deputado federal eleito.
Rumo ao Nordeste

O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, coordena um grupo de outros ministros que trabalham na criação de uma série de projetos do governo federal para a região Nordeste. Ali está a única região do país em que o presidente Jair Bolsonaro perdeu as eleições, por conta do peso no Nordeste dos programas sociais dos governos do PT. A ideia é reverter esse quadro negativo com ações de várias áreas específicas para os nordestinos. Na segunda-feira 21, o grupo reuniu-se no gabinete do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, para uma primeira exposição de Canuto sobre as possibilidades de ações para a região. Participam do grupo ministros como Osmar Terra, da Cidadania; Vélez Rodrigues, da Educação, e Luiz Henrique Mandetta, da Saúde.
Bolsonaro desembarca em Brasília após viagem de quatro dias à Suíça
Após passar os últimos quatro dias na Suíça, o presidente Jair Bolsonarodesembarcou na Base Aérea de Brasília pouco depois das 6h da manhã desta sexta-feira (24).
Na primeira viagem internacional como presidente da República, Bolsonaro participou do Fórum Econômico Mundial, em Davos.
Durante a participação no fórum, Bolsonaro afirmou que quer "abrir" a economia brasileira e atrair investidores estrangeiros para o país.
Bolsonaro disse, ainda, que quer tornar o Brasil um dos 50 melhores países para investimentos –atualmente, o Brasil está em 109º lugar, conforme relatório do Banco Mundial.
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