Mais de 90 veículos são abordados em operação de forças de segurança na Serra de Baturité
Mais de 90 veículos foram abordados, na Região da Serra de Baturité, durante uma operação das forças de segurança do Estado, realizada noite da última sexta-feira (29) e a madruga deste sábado (30). Seis motocicletas foramapreendidas e uma pessoa foi presa em Mulungu.
A operação ocorreu nos municípios de Guaramiranga, Pacoti, Mulungu e Aratuba e teve a participação de 96 agentes da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS). A ação cumpriu um mandado de prisão, fiscalizou bares, restaurantes e outros estabelecimentos, realizou blitze de veículos e monitorou presos com tornozeleira eletrônica.
Além das abordagens e apreensões, os agentes de segurança fizeram teste de bafômetros nos motoristas abordados e fizeram 35 notificações, entre estabelecimentos e pessoas. Antonio Messias Monteiro foi preso por lesão corporal. COM DIARIONORDESTE
Secretário da Saúde quer critérios técnicos para definir consórcios no Estado

"Usar a política no sentido positivo, entendendo o diagnóstico e as necessidades sociais e usando isso de maneira eficiente". A declaração é do secretário da Saúde do Estado, Dr. Cabeto, que completa três meses à frente do cargo. Dentre outros desafios da área, a Pasta comandada por ele tem pela frente o de enfrentar disputas entre grupos políticos pelo comando dos consórcios de saúde criados para gerir unidades no interior do Estado.
Em reportagem na edição de domingo (30), o Diário do Nordeste mostrou a briga pela indicação das presidências dos 23 consórcios de saúde no interior entre deputados e prefeitos. A articulação política do Governo e o próprio governador Camilo Santana (PT) estão tendo dor de cabeça para acomodar os interesses da ampla base de apoio em relação aos consórcios.
Planalto divulga vídeo em defesa do golpe militar de 1964
31 de março de 2019 | 14h18
BRASÍLIA - O Palácio do Planalto distribuiu neste domingo um vídeo em defesa do golpe de 1964. A narrativa do material usa a mesma definição adotada pelo presidente Jair Bolsonaro e alguns de seus ministros militares para classificar o fato histórico.
Para eles, a derrubada de João Goulart do poder, que marcou o início do período de 21 anos de ditadura militar no Brasil, foi apenas um movimento para conter o avanço do comunismo no País. "O Exército nos salvou. O Exército nos salvou. Não há como negar. E tudo isso aconteceu num dia comum de hoje, um 31 de março. Não dá para mudar a história", diz o apresentador do vídeo. Hoje, o golpe completa 55 anos. Segundo a Comissão Nacional da Verdade, 434 pessoas foram mortas pela repressão militar ou desapareceram durante a ditadura (1964-1985).
A peça tem aproximadamente dois minutos, não traz a indicação de quem seria seu autor e foi distribuída por um número oficial de WhatsApp do Planalto, usado pela Secretaria de Comunicação da Presidência para o envio de mensagens de utilidade pública, notícias e serviços do governo federal. Para receber os conteúdos, os jornalistas precisam ser cadastrados no sistema.
Governo endurece regras para abrir concursos públicos e quer mais terceirizados
BRASÍLIA — O governo endureceu as regras para realização deconcursos públicos. Um decreto editado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro Paulo Guedes (Economia), nesta sexta-feira, aumenta as exigências para os órgãos do governo pedirem novas contratações para servidores de carreira.
Para pedir um concurso, o órgão terá que apresentar ao menos 14 informações ao Ministério da Economia, responsável por autorizar as vagas. O órgão deverá demonstrar que as atividades que justificariam o concurso público não poderiam ser prestadas por equipes terceirizadas, por exemplo.
Pela norma, o órgão deverá detalhar no pedido de concurso “o perfil necessário aos candidatos para o desempenho das atividades do cargo” e o impacto dessa força de trabalho no desempenho das atividades do governo. Essa regra foi editada para evitar vagas genéricas.
Contas do setor público têm rombo de R$ 14,9 bilhões, no melhor fevereiro em quatro anos
As contas do setor público consolidado, que engloba governo federal, estados, municípios e empresas estatais, registraram déficit primário de R$ 14,931 bilhões em fevereiro, informou o Banco Central nesta sexta-feira (29).
O valor representa a diferença entre as despesas (gastos) e as receitas (impostos e contribuições). A conta não inclui os gastos com o pagamento dos juros da dívida pública.
Apesar de negativo, o resultado foi o melhor, para meses de fevereiro, desde 2015 - quando foi registrado um déficit primário de R$ 2,299 bilhões.
Governo arrecada R$ 2,7 bilhões em leilão de trecho da Ferrovia Norte-Sul
Prazo para concessão do trecho entre Tocantins e São Paulo da ferrovia é de 30 anos (Alberto Ruy/MTPA/Flickr)
Com uma oferta de 2,719 bilhões de reais, a empresa Rumo venceu a disputa pelo trecho central da Ferrovia Norte-Sul, ao oferecer ágio de 100,92%. O valor mínimo de outorga era de 1,353 bilhão de reais pela concessão por 30 anos. O leilão foi realizado nesta quinta-feira, 28, na sede da B3 em São Paulo.
O lance superou a proposta da única concorrente, VLI Multimodal, que ofereceu 2,065 bilhões de reais. Este é o primeiro leilão do setor ferroviário nos últimos 12 anos. VEJA
Saiba quais são as propostas do governo para ajudar os estados
O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, detalhou nesta quinta-feira (28) as propostas de ajuda do governo federal aos estados.
Os estados enfrentam dificuldades financeiras em razão do alto nível de comprometimento das receitas. As despesas com servidores públicos na ativa e aposentados, por exemplo, já ultrapassam metade dos orçamentos locais.
De acordo com Mansueto Almeida, as medidas anunciadas pelo governo representam "balão de oxigênio" para os estados.
‘O que eu tenho feito de errado?’, pergunta Bolsonaro em TV
Jair Bolsonaro, presidente da República, concede entrevista ao jornalista José Luiz Datena, no programa 'Brasil Urgente' - 27/03/2019 (Band/Reprodução)
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) não vê nenhum problema por parte de seu governo na relação com o Congresso Nacional pela aprovação da Reforma da Previdência. “O que eu tenho feito de errado? Onde tem um ataque meu ao Congresso ou ao Rodrigo Maia?”.
Bolsonaro respondia a uma pergunta do apresentador José Luiz Datena sobre a dificuldade de se aprovar a Reforma da Previdência em um ambiente de animosidade com o Congresso. Mencionando uma desidratação da base de apoio à proposta, Datena perguntou: “Como aprovar uma reforma se o senhor se isola?
Guedes diz que não insistirá no cargo caso sua agenda não seja aceita
BRASÍLIA - O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira que, se o presidente da República, partidos e parlamentares não aceitarem a agenda que está propondo, "não tem apego ao cargo" e poderia deixar o posto. No entanto, disse que não tem irresponsabilidade para sair após a primeira derrota. Ele foi questionado, durante audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado nesta quarta-feira se, caso a reforma da Previdência não alcançar a meta de economizar R$ 1 trilhão em dez anos, deixaria o cargo.
— Se o presidente apoiar as coisas que eu acho que podem resolver para o Brasil, eu estarei aqui. Agora, se, ou o presidente, ou a Câmara ou ninguém quer aquilo, eu vou obstaculizar o trabalho dos senhores? De forma alguma. Eu voltarei para onde sempre estive. Tenho uma vida fora daqui. Venho para ajudar, acho que tenho algumas ideias interessantes. Aí o presidente não quer, o Congresso não quer. Vocês acham que vou brigar para ficar aqui? Eu estou aqui para servi-los. Se ninguém quiser o serviço, vai ser um prazer ter tentado. Mas não tenho apego ao cargo, desejo de ficar a qualquer custo, como também não tenho inconsequência e irresponsabilidade de sair na primeira derrota — disse Guedes.



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